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	<title>Pra mim, é assim... &#187; Eu</title>
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		<title>Eu sinto ciúmes</title>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 14:32:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natimax</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Certas coisas a gente só consegue sentir, e observar que está sentindo depois que toma conhecimento racional a respeito delas. Antes de entender racionalmente que eu sentia ciúmes, eu era incapaz de ligar meu mal estar, minha raiva à atitude de uma pessoa, ou mesmo a uma pessoa.
Ficava irritada, de mau humor, chata e cobrava [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=amorinhas.wordpress.com&blog=3022514&post=26&subd=amorinhas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Certas coisas a gente só consegue sentir, e observar que está sentindo depois que toma conhecimento racional a respeito delas. Antes de entender racionalmente que eu sentia ciúmes, eu era incapaz de ligar meu mal estar, minha raiva à atitude de uma pessoa, ou mesmo a uma pessoa.</p>
<p>Ficava irritada, de mau humor, chata e cobrava muito mais que o normal. Mas era impossível de resolver o problema, pois eu não sabia ligar a causa à consequência.</p>
<p>Hoje, já ciente que <strong>eu sinto ciúmes sim</strong>! E muito. <strong>Posso escolher como reagir a ele</strong>. Posso observá-lo dentro de mim, dando ordens de comando e remexendo tudo por dentro. Posso sentí-lo inteiro, manifestando em meu corpo, e em meus pensamentos.</p>
<p>O interessante é observar. Neste momento já consigo me olhar de fora. Como o observador distante, mas ao mesmo tempo presente. E é impossivel não rir de si mesmo, ao se observar irritado, com raiva, dando chiliques&#8230; eu pelo menos acho a maior graça de mim mesma.</p>
<p>Ao ler, ou escutar algo <strong>eu vou até a cena</strong>. Me vejo lá, observo tudo, estou em um canto, de braços cruzados, ou sentada, não muito próxima, mas presente o suficiente. <strong>O semblante passa tranquilidade</strong>, e quase um sorriso, mas <strong>na verdade destilo veneno através dos olhos</strong>. Vejo contato, risos, abraços, envolvimento, odeio o que vejo. Eles se tocam, suam, riem juntos. Se encostam, trocam informações e a conversa rola solta. E eu vejo, de fora, eu não participo. E mesmo que depois seja convidada, já não me interesso naquela diversão. A noite já perdeu a graça, já fui excluída, e  com um sorriso vivo, agradeço e justifico, &#8220;estou cansada&#8221;. (Cansa controlar meu corpo e não voar no pescoço da dita-cuja)</p>
<p>Meu intelecto, meu racional, pensa: &#8220;Nossa, que legal isso, fico feliz por ele. &#8221; &#8220;Não, eu não sinto ciúmes, quero mais que ele esteja feliz.&#8221; &#8220;Que bom que ele está feliz, e que está vivendo coisas legais com outras mulheres&#8221; &#8220;Eu fico feliz com a alegria de meus amigos&#8221;.</p>
<p>HAHAHAHAHAHAHAH</p>
<p><strong>Quanta mentira!!!</strong> Muita mentira mesmo. Da pior espécie possível, a que engana a si mesmo.</p>
<p>O que sinto na verdade é:  &#8220;O infeliz ficou com outra, não acredito que ele se diverte sem mim&#8221; &#8220;Putz, quem será esta baranga? Deve ser uma vaca.&#8221; &#8220;Ah, ele quer só comer ela mesmo, trouxa.&#8221; &#8220;Que ódio. Eu que queria estar ali.&#8221; &#8220;Eu detesto saber que alguém se alegra sem mim.&#8221;</p>
<p>Sério mesmo. É isso que eu sinto. Mas graças-ao-bom-deus-dos-egos-inflados eu consigo não me mover guiada por estes pensamentos. Ainda não consigo deixar de tê-los. Mas <strong>escolho não manifestar</strong> todo este orgulho, egoísmo e ódio contra a pessoa, tanto a que eu gosto, quanto a que passei a odiar instantaneamente.</p>
<p>Outra coisa a ser observada, como bem fala um amigo meu em seu blog, é a reação do corpo. Sim! Ele reage sozinho. Mesmo que eu não queira escutar a voz maléfica que susurra no meu ouvido, tentando me guiar, <strong>meu corpo escuta e me diz o quanto aquela situação me incomoda</strong>.</p>
<p>No caso do ciúme, posso sentir meu corpo se contraindo, sim, ele se fecha, se dobra, pra dentro, remoendo seu próprio veneno. O coração dispara, mas pesado. A respiração fica curta, quase falha, o rosto se fecha, o semblante fica carregado. Me incomoda engolir, e minha boca seca, os lábios se contraem e ficam enrugados. Assim, como o coração. Preso, oprimido, em meio a tanta dor, e medo.</p>
<p>Neste momento, pra mim, assumir o sentimento negativo é o melhor. E eu quase grito. &#8220;SIM EU TENHO CIÚMES DE VOCÊ!&#8221; &#8220;EU QUERO VOCÊ SÓ PRA MIM&#8221;.</p>
<p>E <strong>depois de assumir, este orgulho e egoísmo, posso me sentir novamente onde estou</strong>. Aqui e agora, eu não estou mais presente na cena. Não estou encolhida mais. Estou em pé, inteira, aqui.</p>
<p><strong>Ao me sentir presente, no momento, posso rir, me envolver, me sentir</strong>. Ao abrir meu peito novamente, pode ser que force por dentro, e abra um pequeno machucado. Mas ele é meu, é vivo, e eu posso senti-lo. Me livro do peso e mesmo com pequena dor, estou presente, e livre.</p>
<p><strong>Sinto que a pessoa não é minha</strong>. Ela não precisa estar comigo, e sim ele é lindo mesmo assim. Ao livrá-lo de  mim, eu me livro dele também. <strong>E me livro de mim mesma.</strong> Ele não precisa estar comigo. E eu não preciso estar com ele.</p>
<p>Eu pisco os olhos, sorrio e sinto quantas coisas existem lá fora. O quanto vale a pena gostar, e sentir isso tudo. E como é bom escolher gostar de alguém.</p>
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		<title>Dá pra saber?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 01:25:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natimax</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como saber quando devemos lutar por alguém?
Como saber o momento de parar os avanços e respeitar o &#8220;não quero&#8221; do outro?
Será que existe um limite para a insistência?
Lógico que não digo daquela insistência forçada, que não tem amor próprio, nem limites. Me refiro à insistência que tenta romper uma barreira, imposta pela pessoa, pelo tempo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=amorinhas.wordpress.com&blog=3022514&post=20&subd=amorinhas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Como saber quando devemos lutar por alguém?</p>
<p>Como saber o momento de parar os avanços e respeitar o &#8220;não quero&#8221; do outro?</p>
<p>Será que existe um limite para a insistência?</p>
<p>Lógico que não digo daquela insistência forçada, que não tem amor próprio, nem limites. Me refiro à insistência que tenta romper uma barreira, imposta pela pessoa, pelo tempo, pelas situações, pela distância.</p>
<p>Quando queremos algo acredito que devemos lutar por ele. Até aquilo já não fazer sentido. Até aquele querer se desfazer em outro querer. (Porque sempre queremos uma coisa).</p>
<p>E desde que não seja obsessão, e que consigamos viver com esta vontade sem deixar de fazer qualquer outra coisa, eu acho bem saudável termos um objetivo. Seja ele profissional, amoroso, ou de qualquer outra coisa.</p>
<p>Quanto ao meu objetivo, me motivo no seguinte: É bem bom quebrar barreiras, ver a pessoa cedendo aos poucos, quebrando sua própria parede, para se permitir ser tocado.</p>
<p>Estou vivendo isso. A vontade de quebrar uma parede. A idéia de conquistar alguém, que pelo menos em palavras, deixou claro  que não pretende ser conquistado.</p>
<p>Mas EU quero. E da maneira que achar conveniente dedicarei energia e vontade nisso.</p>
<p>Pra que? Me pergunto muitas vezes. Existem tantos outros por ai. Tantos disponíveis, porque insistir em um, que ainda mais não quer ser conquistado?</p>
<p>Sabe que não sei bem!</p>
<p>Não sei se tenho armas pra lutar. Não sei se consigo. E na verdade nem vou mover mundos e fundos para que algo aconteça. Vou manifestar minha vontade. Ser espontânea, não me controlar. Não pensar que &#8220;é melhor não&#8221;.</p>
<p>Sempre a verdade a melhor, sempre o desejo é melhor que o retraimento. Eu quero é expandir.Tudo que estou sentindo. Seja de bom ou ruim. Alguma hora arrumo um cavalheiro, para guiar estes passos.</p>
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		<title>Como será me ver?</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 06:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Natimax</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava olhando fotos. Mais precisamente, da minha formatura. E achei a moça das fotos bem bonita. Sorriso bonito, olhos bonitos, um conjunto que me agrada.
Em algumas a pele esta feia, em outras o olho estranho, em algumas ela está completamente deplorável.
Em outras sorri demais, outras de menos, ora parece espontanea, ora está bem forçada. Mas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=amorinhas.wordpress.com&blog=3022514&post=17&subd=amorinhas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Estava olhando fotos. Mais precisamente, da minha formatura. E achei a moça das fotos bem bonita. Sorriso bonito, olhos bonitos, um conjunto que me agrada.</p>
<p>Em algumas a pele esta feia, em outras o olho estranho, em algumas ela está completamente deplorável.</p>
<p>Em outras sorri demais, outras de menos, ora parece espontanea, ora está bem forçada. Mas no geral é uma moça com cara boa.</p>
<p>Me dizem que aquela sou eu.</p>
<p>Mas é estranho pensar isso. Eu nunca me vi. Eu me olho no espelho, mas aquela imagem pensa a respeito de si mesma, mas não se sente, não se observa, não se olha de fora. E muitas vezes não consegue nem se ver por dentro.</p>
<p>Ela não vê quando exagera, e quando se retrai, não sente seu cheiro, nem seu calor, ela não sabe de si.</p>
<p>Será que eu me amaria e me respeitaria?</p>
<p>Será que implicaria comigo mesma?</p>
<p>Não tenho idéia. Não me conheço. Não me vejo.</p>
<p>Enquanto isso, me imagino&#8230; imagino.</p>
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