Las Vegas – Aluguel de Carro e Check in Hotel

Nossa primeira ‘missão’ da viagem era pegar o carro que alugamos. Isso em Las Vegas foi mais complicado que imaginamos, andamos um pouco aleatoriamente, fomos até o prédio de garagens que havia em frente, que é apenas um estacionamento, até acharmos uma plaquinha que indicava um ponto de ônibus e que dizia Rent’Car.

Na placa de ônibus não tinha ninguém no local, não tinha informações de horário, e enquanto eu fiquei lá fora, Cássio foi lá dentro achar alguma pessoa pra perguntar se estávamos esperando no local certo e se teria transporte naquele horário. Ele não achou ninguém, mas chegaram mais pessoas e se posicionaram no local, então devia acontecer alguma coisa. Finalmente o ônibus chegou, o motorista ajudou todo mundo a organizar as malas e seguimos por alguns minutos até o local onde retiraríamos o carro. A garagem de carros não é ao lado ou em frente ao aeroporto, ela fica num prédio auxiliar, onde não é possível chegar a pé.

Viajar para os EUA, um local que tem uma cultura bem diferente da nossa, nos coloca em situações que precisamos pensar em como agir. Questionei com o Cássio qual o valor de gorjeta que deveríamos dar pra aquele caso, (90% do serviço de mão de obra nos EUA é retribuído com gorjetas). Ele sugeriu que observássemos quanto cada pessoa daria. Pra nossa surpresa, ninguém deu gorjeta, a descida é rápida e acabei ficando sem reação. Passou dessa vez.

O local de aluguel de carros é bem estruturado, tem muitas placas e informativos indicando o local que devemos ir. E todas as empresas tem um espaço bem delimitado.

Mais uma vez alugamos pela AVIS, fomos até o balcão, o atendente, como sempre, ofereceu um monte de coisas não precisa, ofereceu também upgrade de carro, carros luxuosos e depois de muitos “Nãos” ele emitiu nosso contrato.

É sempre bom ler o contrato e ter certeza que os itens que você já contratou estão elencados no contrato. Dessa vez contratamos Motorista adicional, porque a Carol ia dirigir comigo também e isso não constava no contrato, falamos com o atendente que trocou os dados e nos informou que o novo motorista precisava ir até o balcão para apresentar os documentos.

Tem WiFi no salão, mandei algumas mensagens avisando que chegamos bem e explicando pra Carol onde estávamos, ela avisou que o voo estava atrasado e que iam demorar um pouco mais. Sentamos e ficamos meio acordados, meio cochilando na cadeira. Sorte que ainda era onze horas no horário local e teríamos horas de sono pela frente.

Las Vegas no quesito transporte é bem democrática também: quem quer ficar sem carro fica, quem quer alugar usa com facilidade. Como nosso roteiro incluía viajar pro Grand Canyon e queríamos liberdade pra ir pra qualquer lugar, decidimos por um carro compacto (tipo um Civic) que não fosse muito grande, nem muito pequeno. Percebemos depois que pra 4 pessoas, com malas, esse é um carro bem pequeno. =P

Quando todo mundo chegou, cumprimos a burocracia da empresa de aluguel de carro, escolhemos um na garagem, pegamos um Atima da Hyundai, colocamos as coisas no porta malas, ligamos o Google Maps e seguimos para o hotel. Mais uma vez, não tínhamos GPS e tudo era feito mentalmente pelos meninos pra chegarmos no destino.

A chegada no hotel é outra aventura, em Las Vegas todos os estacionamentos são GIGANTES e gratuitos. Não tem muita regra, não tem impedimentos. Se tiver vaga, pode parar. Mas como era nossa primeira parada, surge aquela duvida, se é pago, se não é, se pode parar, se não pode. Demos algumas voltas, entrei em alguns locais errados e finalmente achamos um local pra parar.

E lá vem a luta de descer com todas as malas, bolsas, sacolas, mochilas e papagaios pra ir pro hotel. Eu e o Cássio estávamos com uma mochila cada e uma mala grande pros dois. Mas Carol e Renato que vinham de outra viagem estavam com bastante bagagem e saímos empilhados do carro.

Carregar malas em carpete é algo que devia ser título de maratona. “Maior peso e quantidade nos 500m de carpete fofo”. Hahaha

Fizemos check in, que foi bem rápido e nos dirigimos pros quartos. Carol e Cássio que ficaram encarregados do check in, não lembraram de pedir quartos próximos e nem fizeram check in juntos, então fomos parar cada um em uma torre de apartamentos o que dificultou um tico nosso dinâmica.

Estávamos todos famintos e combinamos de deixar as malas no quarto, dar uma ajeitada na face e descer pra irmos comer algo. Pelo tardar da hora escolhemos comer no saguão mesmo, que sempre tem algumas opções de comida. Fomos de sanduicheria  com carinha de anos 60, que estava lotada de gente pós festa. Cada casal dividiu um sanduíche e uma bebida e subimos pra dormir e organizar as coisas. No outro dia combinamos as nove da manhã no salão.

Sobre o hotel, ficamos no Excalibur, apesar de não ter lido coisas muito boas sobre ele na internet, achei super digno e confortável. Quartos grandes, com duas camas cada um, lençol macio e muitos travesseiros fofos. O banheiro é enorme e bem limpo e confortável. No box não tem aquelas cortinas ‘nojentinhas que grudam na perna durante o banho’. E mesmo sendo encarpetado, não tem cheiro de velho, nem de guardado.

A decoração dele é ok, tem suas características de castelo, mas não é chique. O saguão é cheio de máquinas de jogos e tudo é meio caótico e muito iluminado, mas tem um cheirinho bem gostoso e aconchegante. Como é permitido fumar no saguão se não fosse o cheirinho, seria insuportável!

Tomamos um banho bem quente (ahhh melhor parte de banho de hotel) e cama!

Nosso quarto era voltado para os fundos do hotel. A vista não era das mais bonitas (via-se os quartos e telhados e estruturas do hotel), mas pelo menos da janela era possível ver o sol nascer e não tínhamos problemas com barulho.

…continua…

Las Vegas – O ínicio

Las Vegas me surpreendeu!
Tá certo que a expectativa não era das maiores, mas felizmente voltei com o sentimento de que voltaria pra lá! É tão ruim quando não sentimos vontade de voltar né?
Quem acredita que Las Vegas é só balada, bagunça e jogatina, tá muito enganado!
O legal desta cidade é justamente a enorme (se não maior) variedade de coisas pra se fazer em uma cidade só.
  • Quer comer em um restaurante de um chef, famoso no mundo todo, lá tem.
  • Quer ir pra uma balada top, lá tem.
  • Quer comer numa pâtisserie finérrima, lá tem.
  • Quer comprar nas lojas mais caras e conceituadas do mundo, lá tem todas.
  • Quer comprar nos outlets ou em lojas de liquidação, tem também.
  • Quer ver lojas exclusivas de marcas como Coca Cola, M&M’S e Hersheys, lá tem.
  • Quer andar em lugares feitos pra serem bonitos sem gastar um centavo, tem.
  • Quer dar tiro com armas de fogo, sem precisar de porte, tem como.
  • Quer casar de última hora, é só querer.
  • Quer ver paisagens legais e diferentes, tá no lugar certo.

Enfim, deu pra entender né? Tudo que você pensar em fazer, comprar, comer e ver, possivelmente você vai achar em Las Vegas.

Não conseguimos fazer nem um terço do que tinha de opções,  mas nos divertimos (e cansamos) bastante na cidade. Mais uma vez, não fiz “o roteiro padrão tem que fazer” do lugar. Muitos pontos turísticos ficaram de fora, mas em compensação visitamos muitos lugares ‘lado B’ da cidade,  que foram bem legais!

Nossa viagem foi programadas (saiu uma promoção), uns 5 meses antes da data da viagem. Parcelamos no cartão (em 9 vezes, ainda estamos pagando =/) passagem, hotel, seguro viagem e aluguel de carro, pro restante, juntamos dinheiro nos meses que se seguiram para podermos gastar lá.

Dessa vez não fomos sozinhos, um casal de amigos (Renato e Carol) foram com a gente e dividimos quase tudo lá. Viajar com amigos é bem legal. Tem a dificuldade de ter mais vontades e expectativas a serem atendidas, mas fora isso, tudo fica melhor.

Nessa viagem em conjunto, chegamos aos porquês  de ser bom viajar com amigos.

1 – Diferente de ser só um casal, se um ficou com raiva, você tem outras pessoas pra interagir e conversar.

2 – Mesmo que esteja cansado, você tem obrigação de sair, porque tem mais pessoas dependendo do seu ânimo e assim, perde menos passeios no local.

3 – Dividindo todos os pratos, todo mundo prova várias comidas. Se for ruim, você não come muita coisa sozinha, se for bom, tem como pedir de novo. Principalmente nas porções dos EUA que sempre são enormes, é bem bom pedir dois pratos e dividir pra 4. Quase sempre dá e sobra.

4 – É mais fácil achar alguém com os gostos parecidos com o seu. Em dois casais, dá pra dois fazerem uma coisa e dois fazerem outra.

5 – As despesas em conjunto ficam mais em conta, o aluguel do carro, uma diária de hotel. Dá pra dividir muita coisa!

6 – Fazer compras em conjunto é muito mais legal, um incentiva ou desestimula o outro a comprar e ter mais opiniões é sempre bem vindo.

7 – É uma excelente oportunidade de ficar mais próximo e fortalecer a amizade.

8 – Até tomar café da manhã é divertido, sempre rola brincadeiras e zoação desde cedo.

Pra quem não sabe, Las Vegas fica no meio do deserto, por isso, programamos nossa viagem para o inicio do inverno, época que a temperatura do deserto está bem agradável. Ainda tem sol, mas já venta frio e à noite fica bem friozinho. Nunca me imagino encarando Las Vegas no verão de 45°. Quem me conhece sabe que detesto calor, suor e todas as coisas envolvidas em altas temperaturas.

Levei só um casaco mais cumprido, não era de lã e nem muito pesado. Sabia que a temperatura não ia exigir nada de lã, nem muito pesado, era mais pra ser um ‘corta vento’. Mas em compensação, levei todos acessórios que poderiam me proteger, caso o frio fosse bem frio mesmo: tinha cachecol, gorros, meia calças, luvas e meias.

#FicaADica: Acessórios são fáceis de carregar, ocupam menos espaço e te mantém quentinho, além de dar cara nova ao casaco repetido.
 Nossos amigos nos encontrariam direto em Las Vegas, saímos eu e o Cássio às 13:00 do Brasil. E viajamos 6 horas atrás no tempo. hahaha Fuso horário nessa parte é bem legal. Você fica 15 horas no avião e ainda chega super cedo no local.
Voamos de COPA. Achei bem ok. No voo de ida eu e o Cássio fomos os dois nos três bancos, o que dá um conforto maior. Fizemos dois voos, com uma escala no Panamá. O primeiro tinha entretenimento de bordo, filmes bons e um fone horrível!! Quase não dava pra escutar nada. No segundo voo não tinha nada pra ver no voo. Essa parte é bem chata. Pelo menos a comida estava boa nos dois casos.
#FicaADica: Sempre leve seu próprio fone de ouvido para o avião! Seu voo será bem melhor.

Achei o aeroporto de Las Vegas estranho. Não é aconchegante, não tem área de lazer/alimentação, é bem grande e aberto. Estava bem vazio e frio quando chegamos. Tinha suas maquininhas de caça níquel, mas nada que emocionasse pra você pensar “Yeeey, cheguei em Las Vegas”!

A hora local marcava nove da noite, mas nosso relógio biológico sabia que eram quatro da manhã. Então estávamos meio rabugentos.

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…Continua…

Orlando/Disney – 2º Dia (Island of Adventure, Mall at Milenia)

Começamos o 2º dia cedo.

Como os parques abrem os portões cedinho o recomendado é estar lá logo na abertura. Você aproveita a parque mais vazio e não tem tanta fila nas atrações.

A rotina de todo dia era a mesma: acordar, tomar banho e comer alguma coisa. Como não gosto de acordar cedo, nosso café nunca era algo muito elaborado. Havíamos feito compras no Walmart no dia anterior, então tínhamos framboesas, suco, iogurte e bolacha e era isso que comíamos rapidinho antes de sair.

Para vestir seguimos o que pegamos de sugestão em vários sites.
A roupa padrão pra todos os parques é: tênis (ou algum outro sapato confortável), roupas confortáveis e leves (uma bermuda, um macacão).

É imprescindível passar protetor solar todos os dias, porque a gente fica muito tempo exposto ao tempo e mesmo que o sol não esteja forte, é suficiente pra queimar.

 

No primeiro dia levamos uma mochila com garrafinha de água, comidinhas (cheetos, chocolates e outras besteirinhas), documentos, dinheiro, celular e mais algumas tranqueirinhas.

Como viajamos no outono, de manhã quando saíamos de casa (por volta de 7:00 am) estava bem friozinho, então sempre saíamos com um casaquinho, uma jaqueta ou algo que amenizasse o frio no carro. Neste dia estava de bermuda jeans, camisetinha de super herói e levei um casaquinho de lã de coração.

Prontos, pegamos o carro e nos dirigimos para o primeiro parque. Fomos sem GPS só através do ponto marcado no mapa e o Cássio guiando pelo caminho que achava melhor.

Eu havia lido bastante coisa sobre como dirigir em Orlando. Uma das dicas  fundamentais é que as pistas à direita, em cruzamentos com semáforo, são livres pra virar à direita. Ou seja, tem um cruzamento, está aberto pro outro lado, mas você não vai atravessar, vai virar à direita, não precisa parar no sinal, pode só esperar a oportunidade e fazer a curva. Isso no começo assusta, mas é bom saber pra não ser buzinado e nem batido por quem vem atrás né?

Chegamos no parque por volta de umas 08:15/08:20. O ticket de estacionamento é pago na entrada e pagamos $15,00 pelo dia. O estacionamento é giganteeee! Grave onde deixou seu carro, senão é uma canseira pra achar depois.

Seguimos até a entrada do parque, que é comum para os dois da Universal para trocar o voucher pelos ingressos. Processo bem tranquilo feito nos guichês de ingressos.

Sempre pegue o mapinha do parque na entrada. Eles te ajudam com tudo: localização, descrição dos brinquedos, horário das atrações, restaurantes e lojas, banheiros.

 

Escolhemos primeiro o Island of Adventure (o parque do Harry Potter).E como todos os sites dizem: chegou no parque, escolha seu brinquedo preferido e Corre Nega!. 

Como as filas crescem no decorrer do dia, quanto antes você chegar no seu brinquedo favorito, menos fila terá. (Ahh mas não pode correr de verdade viu? Chamaram a atenção do Cássio um dos dias que ele correu. hehe)

Nossa primeira atração foi a área do Harry Porter “The Wizarding World of Harry Potter™“. É realmente lindo! Mas dá uma tristezinha do tanto que é cheio. Aliás em todos os parques o tempo todo vai ter alguém na sua foto, na sua vista, no seu caminho… hehe

Seguimos direto pra atração do castelo, que quando fomos era a mais concorrida.

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O “Harry Potter and the Forbidden Journey™” é um brinquedo realmente super legal. Diferente, de última tecnologia, divertido e nada assustador. É o estilo de brinquedo que mais gostei!

Neste brinquedo não pode entrar com mochila (vários outros também não podem) e eles fornecem armários (lockers) do lado de fora do brinquedo. Você guarda sua mochila, coloca uma senha e ela é gratuita por um tempo determinado, passou do tempo eles cobram um valor.

Assim que começou a atração demos meia voltinha e o brinquedo parou, desligIMG_20131024_105921ou tudo, breu total e você lá sentado sem ter o que fazer. hahah  Sim gente, estas coisas acontecem nos parques também. Ligaram de novo, seguiu o brinquedo, quando íamos descer eles ofereceram uma outra volta sem fila. Opa! Eles erram mas te recompensam. =D Fomos uma segunda vez (sem interrupção) e partimos pra próxima atração.

Demos uma voltinha na Montanha Russinha “Flight of the Hippogriff™”, que é bem sem gracinha. É linda, a decoração é impecável, tem coisas legais de decoração, mas não é emocionante. É uma atração melhor pra criançada mesmo.

Nesse ponto erramos um pouco qIMG_20131024_115906ueríamos explorar tudo do parque e esgotar todas as possibilidades antes de ir pra outra. Mas não recomendamos! Como o parque é grande e impossível de ver tudo em um único dia é melhor escolher suas melhores atrações de cada área e só ir nas menos legais, se tiver com tempo e disposição.

Próxima atração “Dragon Challenge™”  é a montanha russa do Harry Potter. São dois dragões um vermelho e um azul e cada um é uma montanha russa diferente, as duas muito boas e emocionantes. Fomos nas duas e não tenho nenhuma preferida.

Essa é outra atração que não pode entrar com nada, nem mochila, nem nada que possa cair durante os loopings e também ofereciam armários do lado de fora.

Nesse brinquedo aconteceram duas coisas ruins: 1º a fila demorou tanto que tivemos que pagar tempo extra no armário, pois como falei lá em cima, o locker é gratuito até um tempo X, se passar disso você paga um extra. Não lembro quanto foi, não é caro demais, mas também não são centavos. 2º é que eu não escorei a cabeça no banco da montanha russa. Estava bem sentada, mas não completamente encostada, por isso durante um dos loopings minha cabeça foi jogada pra frente e com a pressão do vento durante a curva fiquei com uma baita dor no pescoço e nas costas. =( Na hora não foi tão forte, mas fiquei sentindo à noite e no outro dia.

#FicaDica: Encostem completamente no banco dos brinquedos. Apoiem a cabeça e olhem pra frente!

 

Quando estávamos indo pra vila onde tem as lojinhas, tinha um showzinho das ‘escolas’ e paramos pra ver. Bem legal e bem apresentado. Vale acompanhar!

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Passamos pelo centrinho da vila, decidimos não beber a tal Cerveja Amanteigada, pois pelo que li, não me apeteceu.

Comi uma salada de frutas que estava vendendo num dos carrinhos (tem comida saudável nesse parque).

Entramos em todas as lojinhas, e são várias, tem brinquedos, doces, varinhas, capas, livros! Uma mais legal que a outra. Os funcionários caracterizados, o formato da loja, tudo é muito legal.

Não compramos nada em nenhuma das lojinhas com coisas divertidas, pois não era uma prioridade… Vai ficar pra uma próxima! Não duvido que valham a pena, mas tudo é escolha na vida né gente? A gente não podia gastar oque quisesse nos parques.

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Saindo da área do Harry, passamos pra parte do Jurassic Park.

É uma parte mais antiga e com atrações com menos tecnologia, mas não menos legais! É impressionante como a decoração do parqIMG_20131024_124458ue muda! Tipo de um lado todo sombrio e cheio de castelos e aí de repente, Jurassic Park, com todos seus fios soltos, alertas de segurança e folhagens bem verdinhas. Pelo caminho encontramos vários dinos! =D

Passamos primeiro por um parque de cordas, um brinquedo mais infantil, “Camp Jurassic®”  tem lugar de subir, de entrar, umas cavernas onde tem a seiva que guardou o mosquito, escorregadores e desafios entre as cordas, fizemos de tudo e vasculhamos a área toda! Não façam isso!! heheIMG_20131024_123137

Depois fomos pro “Jurassic Park River Adventure® ” é uma atração meio montanha russa, meio brinquedo, na água e tem risco de se molhar um pouquinho. Bem legal! Vale muito o passeio.

Saindo de lá fomos pra área dos personagens. É  a mais colorida e fofa do passeio a “Toon Lagon”. É tudo bem colorido e animado, com os personagens de desenho.

Mesmo com o dia nublado queríamos aproveitar tudo e encaramos a montanha rusIMG_20131024_131553sa de água.

Dessa vez, como estávamos com mochila e não queríamos correr o risco de molhá-la decidimos que um ia primeiro e depois o outro. Fizemos isso em vários outros brinquedos depois e deu certinho.

O primeiro brinquedo foi o “Dudley Do-Right’s Ripsaw Falls” é uma montanha russa bem legal, meio brinquedo e com uma bela queda d’água. O Cássio foi primeiro e voltou seco e lá fui eu. Achei bem divertida e recomendo. Pra molhar menos eu me ‘enfiei’ bem dentro do carrinho e não fui a primeira a entrar no barquinho. Só tem um detalhe, nessa montanha russa, em cima de uma ponte, onde você passa de barquinho, tem pistolas de água, onde asIMG_20131024_134045 pessoas podem por ¢0,25 jogar água em você. Eu quaseee saí seca. Me encharcaram depois, nessa hora. =P

Saímos de lá e fomos ” Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges®” , o Cássio foi primeiro de novo e desta vez ele não teve tanta sorte. Saiu pingando água, completamente encharcado e segundo ele o brinquedo é bem bestinha e é feito só pra te molhar mesmo.

Desisti deste e fomos ver o barco da Olívia, “Me Ship, The Olive®”, que é uma atração só de subir e achar bonitinha! Mas ela te dá uma bela vista do paIMG_20131024_132226rque, que vale a visita! Enquanto isso o Cássio tentava secar um pouco e beliscamos algumas coisas que tínhamos na mochila como Pringles, chocolate, água e umas bolachinhas e foi isso que comemos, não fomos em nenhuma lanchonete nem restaurante.

Depois caminhamos pra parte dos Super Heróis e pra chegar lá, você passa por essa ruazinha mais fofinha do parque! Onde ficam alguns personagens, tem animações, muitos lugares pra tirar foto e muitas lojinhas e restaurantes. Passamos meio rápido por ela, porque já estava tarde e ainda tinha muita coisa pra ver.

     Eu sei que os personagens são só pessoas fantasiadas. Mas faz parte da magia dos parques. São pessoas que representam! É tão divertido!!❤

Chegamos na “MARVEL SUPER HERO ISLAND®” onde fica tudo relacionado aos super heróis e mais uma vez a decoração mudou toda.

Fomos primeiro na tão falada e famosa Montanha Russa do Hulk “The Incredible Hulk Coaster®”. Mais uma vez não pode entrar com nada, porque cai tudo. Essa montanha russa é bem emocionante e pra gritar! Rápida demais que você nem vê o que está acontecendo. Não é minha preferida, mas é bem legal.

O grito do Hulk durante o passeio é legal, mas quando você tá na fila ou perto do brinquedo enche o saco.

Nesse brinquedo tivemos uma experiência chata também. Em quase todos os brinquedos tem uma fila chamada “Single Riders” que serve pras pessoas que estão sozinhas poderem ir mais rápido nos brinquedos e pegarem uma fila menor. Como eu e o Cássio já tínhamos ido nos brinquedos separados, achamos que seria uma boa ir assim, pra poder ir mais rápido. Aff que azar!!! O atendente que estava coordenando as filas, não era muito ligado nesse lance da fila Single Riders de ser mais rápido. Ele simplesmente ignorava a fila e ficava tentando encaixar as pessoas da fila comum. E muitas vezes deixou escapar lugares individuais nos carrinhos por não ver. Demoramos um montãoooo nessa fila. Mas na altura do campeonato não compensava voltar e ir pra fila normal. =/

Andamos muito nas lojinhas babando em cada bonequinho fofo, cada estátua, cada coisa legal que dá pra comprar. Nhem..

Partimos pro “The Amazing Adventures of Spider-Man® ” outra atração que eu AMEI! É do mesmo tipo do brinquedo do castelo do Harry Porter, emocionante, divertido.IMG_20131024_160043 Gostei demais. Tinha uma fila gigante também, mas no fim da tarde não tem jeito.

Em todas as atrações a fila em si já é um divertimento. Pelo caminho tem animações, cenários, falas, decorações que tem a ver com aquele brinquedo, com aquele mundo e é tudo muito bem feito.

 

Não fomos nos outros dois brinquedos dessa parte, um elevador e um outro brinquedo. Não ouvi falar bem e não arrisquei. Já estávamos só o pó da rabiola  mas fomos explorar o restante do parte antes de ir embora. IMG_20131024_161902

Fomos na parte super infantil do parque “SEUSS LANDING™”  andamos em um trenzinho fofinho de crianças pequenas hahaha, tirei foto nas decorações, Cássio passou em outro parquIMG_20131024_162738inho, (eu tenho medo de ficar entalada nessas coisas), é uma parte boa pra vc descansar um pouco, desacelerar e aproveitar a paisagem dos brinquedinhos.

Seguimos pra outra área “THE LOST CONTINENT®”  onde tem uma decoração bonita. Uma loja de armas que prendeu bastante a atenção do Cássio e uma atração que foi até bem divertida a “Poseidon’s Fury®” é tipo um teatrinho com efeitos. Vale a passada se você tiver com tempo!

Voltamos passando nas lojas, testando os chapéus e as demais coisas pra comprar. Cássio quis ir de novo na montanha russa do Harry Portter, voltamos lá em cima, desta vez deixei pra lá e ele foi sozinho, eu já estava bem cansada e meio enjoada. IMG_20131024_182027

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Na saída do parque comi a melhor rosca da minha vida. Como não tínhamos ido a restaurante nenhum, já estava com fominha e no caminho, quase na saída do parque parei em uma das lojinhas pra comer uma Cinnamon Roll, uma rosquinha de canela bem característica de lá. Sério! Essa é a melhor da vida. Tava bem quentinha saindo do forno. Nham Nham!

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Saímos antes de escurecer, no por do sol. Íamos comer no shopping e dar uma passeada antes de ir pra casa. Fomos pegar o carro e o por do sol estava lindo!!!! =)

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Saindo de lá fomos pro Shopping Mall At Milenia, queríamos ir no The Cheesecake Factory pois a fama precede o restaurante.

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É bom lembrar de procurar onde é a loja antes de parar o carro. Senão a gente anda MUITO! O estacionamento é aberto, o shopping gigante, a noite estava fresquinha. =D E passeamos pelas lojas.

Decidi ir na MAC comprar minhas ~tão sonhadas ~ coisinhas de maquiagem. Comprei pincéis, corretivo, base e batons. Minhas escolhas foram: 1 Kit de pincéis no tamanho travel, 3  batons (Ruby Woo, Viva Glam 1 e Chatter Box), 1 corretivo Pro longwear e a base Studio Fix Fluid.

Vale ressaltar que o atendimento na MAC é impecável, os maquiadores/vendedores são lindos, te ajudam a escolher e te dão dicas sobre os produtos. Em nenhum momento você se sente pressionada a comprar nada. Fiquei bem satisfeita.

Na loja o vendedor que me atendeu me sugeriu o batom Viva Glam (vermelho fechado, meio telha de acabamento meio matte), o Cássio adorou e eu sozinha não teria nem provado, nem levado, e hoje é um dos meus preferidos! Escolhi o clássico Ruby Woo (porque não tem nada melhor que um vermelho matte bem chamativo) e o Chatter Box (um rosinha fofo com cobertura cremosa). Sobre os pincéis, na coleção que eu comprei, vinham 5 pincéis numa  necesserie linda e bem acabada. O vendedor explicou que os pincéis são exatamente os mesmos da linha comum a única coisa que difere é o tamanho do cabo. Como eu nem tô ligando pra tamanho de cabo escolhi esse kit. Pra terem uma ideia, com o preço do único Duo Fiber que eu queria (mas acho que nem teria coragem de comprar) eu comprei o jogo com 5 pinceis, nele vinha o Duo Fiber, 1 pincel de corretivo e mais 3 de sombra.

Passamos na Forever XXI, onde vivi amor a primeira vista por uma coleção do Batman. Comprei 3 blusas e 2 esmaltes.

Fomos em uma loja da Microsoft e ficamos impressionados com o bom atenIMG_20131024_215411dimento e a atenção da funcionária (não levamos nada)!

Finalmente fomos pro restaurante. Fila de espera que não demorou muito….

Pedimos um prato só pra nós dois. Pois como as porções costumam ser bem grandes a gente sempre vai na metade pra cada um, ainda mais que tinha sobremesa depois.

Escolhemos purê de batata com uma carne e legumes. Estava bem gostoso. E ficamos mais do que satisfeitos. Na hora de pedir a sobremesa, pra levar, porque não dava pra comer mais, tivemos um probleminha no dia: nosso garçom simplesmente SUMIU. Ficamos mais de 15 minutos esperando ele aparecer. E fora o garçom da sua mesa, ninguém mais te atende. Essa parte foi bem chata. Quando ele voltou a gente já estava tão nervoso e cansado, que só queríamos ir embora. Não provei a sobremesa famosa! =/

Fora isso o atendimento de todos os outros lugares foi impecável.

Caminho de casa, banho e cama!

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Orlando/ Disney – 1º Dia (Aeroporto, Carro, AirBnB)

Oi queridos, tudo bem?!

Vim hoje começar a contar sobre a viagem pra Orlando.

Como comentei, saímos bem cedo de Nova York rumo a Orlando. Vôo foi tranquilo, sem surpresas, quando chegamos ao aeroporto já estávamos acostumados com o ‘esquema’ dele, onde descer, como pegar as malas e tal.

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Chegamos por volta de umas dez da manhã, pegamos as malas e fomos pra área das empresas de aluguel de carro. Como já havíamos fechado o aluguel da semana toda, foi só procurar o balcão da companhia para entregar os papéis.

Todo o aeroporto é bem sinalizado. É só seguir as plaquinhas que você se localiza sem medo. Além disso, no centro do aeroporto tem um balcão de informações pra te ajudar em qualquer dúvida e o pessoal é bem solícito.

Nossa ‘alugadora’ do carro era a Álamo e fechamos (como as outras coisas com minha amiga Fernanda da CVT Turismo), o processo foi muito simples, apresentei minha carteira de motorista, o voucher do aluguel e o atendente providenciou tudo. Eles pedem um cartão internacional que fica de garantia e é bom saber bem direitinho com sua agente de viagens o que está incluso no pacote que você fechou, pra não pagar duas vezes a mesma coisa.

Na hora ele nos ofereceu um seguro de ’emergência’ que providenciava, entre outras coisas, troca de pneu, recuperação de chave perdida e mais algumas coisinhas por $5,00 por dia. Achamos que valia a pena e contratamos (as chaves eletrônicas costumam ser bem caras e não quisemos correr o risco). Como só eu ia dirigir, dispensamos o seguro pro segundo motorista, mas se mais de um for conduzir o carro é bom ficar atento a isso também. Também optamos por devolver o carro com o tanque cheio de gasolina. Eles cobram uma taxa pra você devolver o carro da forma que estiver, sem precisar encher, mas imaginamos (e estávamos certos!) que não valia a pena. Acho que era uns $45,00 pra entregar sem encher o tanque, uma coisa assim, mas não lembro  bem.

Vale ressaltar que o atendimento foi super bom, o atendente era simpático e super atencioso.

Com o contrato assinado (que é de adesão, então nem perca seu tempo lendo) fomos até o prédio dos carros alugados. Você sai por uma porta logo em frente aos balcões de atendimento e se dirige ao prédio garagem em frente.

Nessa hora se prepare pra ‘baforada’ de ar quente na cara. Tava acostumado só com ar condicionado e fresquinho. Mas Orlando é BEM quente e úmida, é um choque! hahah

Lá ficam todas as locadoras de veículos, cada uma com sua área de carros e você se dirige até o andar ou a região da sua locadora e procura o guichê pra apresentar seu contrato. As ‘alas’ dos carros ficam separadas pro plaquinhas do tipo: Compacto, Sedan, Utilitários, e etc.

Nessa hora, caiu a ficha que não sabíamos pra onde ir. =P

Desde o começo da viagem decidimos a não pagar pelo aluguel do GPS (que fica uns $ 60,00 ou $ 70,00). O Cássio é excelente navegador, o Google Maps resolve super bem qualquer problema de caminho, então o plano era comprar um chip internacional, com planos de dados, que permitiria navegar e usar internet à vontade durante toda viagem. Estes chips costumam ser uns $50,00 doláres e dá pra usar tranquilo durante um mês.

Masss em Nova York estávamos usando os celulares dos amigos, e acabamos por dispensar a compra do chip. Porque também dava pra se virar bem sem o celular. Só que eu esqueci que precisávamos sair do aeroporto e chegar na casa que íamos ficar. E aí bateu o desespero.

Eu já fiquei brava (minha reação padrão quando eu não sei o que fazer). Briguei com o Cássio porque ele não tinha visto isso e fiquei de cara feia. Ele todo paciente, disse que ia resolver, pra eu sentar no sofá da espera e saiu procurando um local onde o WiFi do aeroporto pegasse bem (o que é meio difícil).

Eu tinha tudo impresso com os endereços, o Cássio pegou o papel, consegui achar o tal do sinal, colocou no mapa e marcou o ponto da casa.

Voltamos ao prédio garagem, e eu fui pra área dos compactos pra esperar as instruções que o Cássio foi pegar no guichê.

Eu já tinha escolhido a menor categoria, no contrato de aluguel, mas estava decidida e pegar o menor possível. Como só eu ia dirigir e eu além de não gostar, morro de preguiça de manobrar, não tenho noção da dimensão do carro e sempre faço curvas parecendo que estou em uma Scania, então queria um carro beeem pequenininho e quanto menor, melhor!

Vale ressaltar ainda que eu sou P-É-S-S-I-M-A navegadora e não mais de uma vez, eu me perdi guiando com o GPS. Porque sei lá, você tá ali, vendo a rota, eu acho que a rua é a próxima e já é nessa, e ai passa a entrada, enfim, todos estes dramas que estamos todos acostumados né? (NÉ?!!?!? *_*)

Na fila dos compactos, não tinha nenhum compacto, só tinha um sedan mais velho, meio grandinho e escuro, o restante estava tudo vazio. O Cássio voltou informando que podíamos pegar qualquer um, que a chave estava sobre o capo do carro. Falei que não tinha nenhum lá e pedi pra ele voltar no guichê e ver onde pegávamos nosso carro. Ele voltou, perguntou e me falou que a atendente informou DE NOVO que ele podia pegar qualquer um da fila dos compactos.

Nessa hora que não saber falar aperta, porque eu queria falar uma coisa, e ele que era o intermediador, então muitas vezes estressava ele, pras coisas acontecerem como eu queria.

Ele foi lá mais uma vez, a atendente já olhou com cara de indignação, e ele falou que ele até queria pegar algum compacto, mas que não tinha nenhum na fila e pra ela mostrar onde estavam os carros, porque a gente não queria carros maiores. Ai ela se levantou, foi até a garagem, viu que realmente não tinha e nos apontou outra fila, pra podermos pegar o carro. Ufa!

Escolhi um Spark branco, bem pequenininho, suficiente pra nós dois e pro que íamos fazer. Peguei a chave, liguei o carro, dei aquela acelerada básica, fucei nos botões e vamos embora!

É meio estranho porque ninguém te acompanha, você pega o carro e sai. Sem ninguém controlar qual carro eu peguei, que hora eu saí, nada disso. A gente fica meio perdido.. mas é assim mesmo.

Carro de direção hidráulica é uma benção! Ô coisa boa que é não precisar preocupar com marcha.. hehe Saímos do prédio e pegamos a pista.

Cássio era nosso navegador. Ele estava com o ponto da casa marcado, mas como não tínhamos rede, não havia rota pré estabelecida, e ele ia mapeando o caminho na hora mesmo, vendo por onde ir e como fazer pra chegar nas ruas que queríamos. E ele MUITO bom nisso, vale ressaltar!❤

No caminho houve mais um stress, as ‘avenidas’ tem 4 pistas de ala velocidade, você não anda devagar e,numa das pistas tinha pedágio. Eu estava rápido, não sabia o que fazer, em qual pista ficar. Alguns paravam, outros passavam reto, fiquei confusa se aquilo era fiscalização ou se era pedágio mesmo, se fosse pedágio algumas eram pra pagamento só de moeda (eu tinha lido) e você precisa colocar as moedas exatas pra poder liberar a cancela, e eu não sabia se tinha as moedas certas, eu nem sabia o preço…. AHhhhh!! E aí acabei passando pela pista que era direto. Na travessia, deu pra ver, que era a pista pra quem tinham o Free Pass, um tipo de cartão pré pago. Pronto. Lascou-se cometi o primeiro delito em solo americano! hahahah

Se tiver pedágio, vá para as filas que param no guichê. É a fila de pagar. =P

No fim, achamos o endereço, chegamos no bairro que íamos ficar, que era super fofo por sinal e achamos a casa. Uma casa tipicamente americana, sem portão, sem grade, sem nenhum bloqueio na entrada, subimos na calçada e encostamos o carro na entrada dos veículos e fomos nos apresentar.

Vale ressaltar que decidimos em Orlando nos hospedar pelo AirBnb, ficamos hospedados na casa de americanos, que alugam quartos pra estranhos. Ficamos em duas casas em nossa viagem e foi uma experiência super legal! Com certeza vamos repetir.

A primeira casa que ficamos era do casal Muriel e Javier. Batemos, mas não tinha ninguém em casa. Tinha um bilhetinho grudado na porta, passei pro Cássio ler e eles falavam que estavam fora. Que voltavam em pouco tempo e que no nosso e-mail estavam as instruções para abrir a porta (que era por senha) e que para acessar a internet a senha do wifi era x.

Acessamos a rede, pegamos a senha e abrimos a porta. (Tão estranho abrir a porta da casa de um desconhecido e entrar) hahah Tomei outro susto quando abri a porta e do lado esquerdo, em cima do braço do sofá, havia uma cachorrinha me olhando em silêncio, atentamente! Era a Mia, a cachorrinha deles que é super simpática e bem mansinha. Como não sabia disso, fiquei nem quieta e passamos pra dentro com as malas.

Nosso quarto estava com a porta aberta, a luz acesa e muito bem arrumado. Era um quarto bem grande e espaçoso. A casa era lindíssima, muito limpa e organizada. Começamos a ajeitar nossas coisas, desfazer as malas, colocar no guarda roupa, dar uma geral no banheiro e descansar um tempinho.

Nesse meio tempo, os proprietários chegaram, nos apresentamos, conversamos e pedimos sugestão de onde podíamos almoçar.

Eles nos indicaram um local pra almoçar, onde também iam, pra comer um sanduíche. Fomos juntos, comida no capricho, hambúrguer feito de carne mesmo, bem gostoso.

Na volta pedimos indicação de ficava o WalMart, pois íamos lá fazer umas comprinhas. Eles nos informaram, marcamos o ponto no GPS, pegamos o carro e fomos.

Gentchy! Supermercado nos EUA é parque de diversão também. Andamos por mais de 3 horas, e isso que estávamos focados! haha Comprei algumas coisinhas de maquiagem, coisas pra tomar café da manhã e comer nos parques, achamos um local onde estavam váriasss camisetas de super herói e só ali pegamos umas 20. O preço era de $12,00 / $ 15,00 cada, com estampas bem legais. Compramos uma calça jeans pro Cássio, um pacote de meias com 12. Pegamos uma frigideira/grelha de ferro, bem grandinha, por $19,00 e fomos embora.

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Deixamos as compras em casa e saímos de novo. Fomos procurar algum local pra comer, mas desistimos. Paramos na Wallgreens compramos umas coisinhas empanadas (uns rolinhos de queijo com um molhinho de tomate, bem diferente e gostosim.) Comprei dois paletinhas de sombra pra trazer de presente. Queria uma de cada! Eram bem baratinhas e tinham várias cores. Mas o Cássio não deixou.

Fomos embora, banho e cama!

O 2º dia começava com parque e ia ser bem agitado!

Nova York – Últimas impressões

Oi pessoal!!

Descrevendo meu roteiro, algumas coisas não comentei, porque ficavam meio descabidas no meio da história.

Além dos lugares que eu fui, a cidade tem um zilhão a mais de coisas pra fazer, pra ver, pra curtir. Acho que o principal lá é ficar de olhos abertos!

Nunca tinha pensado em viajar para qualquer cidade dos EUA além da Disney (na minha cabeça, Disney era um lugar/cidade e demorei a processar que a cidade tem muitas coisas além dos parques). E quando surgiu a oportunidade de viajar pros EUA, porque não ‘chegar’ até Nova York pra ficar com ‘ozamigos’.

Como nunca tinha pensado em ir pra lá, nunca tinha visto coisas legais à respeito da cidade. Nunca havia pesquisado locais, restaurantes, pontos turísticos, pesquisado o mapa e roteiros, deixei tudo pra curtir de acordo com o que nossos amigos quisessem fazer também, então fui sem planos e sem expectativas.

E foi ótimo. Como eu não esperava nada além de descansar a mente e conhecer um local novo, Nova York me surpreendeu muito positivamente. É uma cidade linda, VIVA, cheia de coisas legais, lugares legais, pessoas interessantes.

Apesar de ter passado apenas 5 dias, foram mais que suficientes pra eu me apaixonar e querer voltar mais e mais vezes. O Cássio gostou muito também e com certeza, iremos pra lá de novo.

Como falei acho que o principal é ‘manter os olhos abertos’, sabe como é?!? Estar presente no presente, aproveitar o que tem a seu redor. Não ficar naquela loucura frenética de fazer tudo correndo, porque senão não dá tempo de ver ‘tudo’. Gente? Quem vê tudo que existe pra ver numa cidade dessa? Sempre vai ter uma experiência nova pra curtir, uma percepção diferente da mesma coisa.

Em viagens o melhor pra mim é fazer conforme o sentimento, a vontade.  Quer ficar andando nas ruas olhando pra cima, FAÇA! Quer demorar 3 horas aproveitando o ambiente de um restaurante, Ótimo! A gincana de corre corre pra marcar todos os check in disponíveis não é pra mim.

Até comentei em alguns dos posts pra trás que não fomos em uma das feirinhas que tinha na Union Square, porque estávamos passeando em outros lugares. Perdi, devia ser legal, paciência, vai ficar pra próxima vez!

Nova York tem ótimos restaurantes, ótimas lojas de compras, muitos pontos turísticos históricos, comida de todo jeito, cabe qualquer cultura. Além de ser uma metrópole toda comercial e com atendimento sem defeitos.

Ficam aqui algumas impressões e comentários sobre a cidade e a viagem:

  • A cidade tem todas as temperaturas, então dá pra ir na época que você se sente mais confortável. Outono, Verão, Inverno, Primavera, cada estação muito bem marcada e com paisagens super diferentes.
  • Fui no inicio do Outono e a temperatura estava ótima. Tinha sol, vento, estava temperatura próxima dos 20 graus e que só esfriava à noite. O Central Park estava cheio das folhinhas marrons caídas no chão, mas ainda tinha verde. Estava bem bonito.
  • Próxima vez que formos para NY quero ir no Inverno. Ver a neve, patinar no gelo no Central Park e tirar foto com o nariz vermelho de frio! =P
  • O que mais me encantou em NY foram as pessoas. Sério eu queria tirar foto das pessoas! Lá existe liberdade de vestir, de cabelo, de estilo. Roupas coloridas, diferentes, extravagantes. Cabelos de todo jeito e de todo tipo. Amei!
  • Numa das lojas do shopping que fomos, tinha uma menina trabalhando no caixa que tinha metade da cabeça raspada, estava com um cílio imenso!!! Bem diferente do padrão socialzinho que temos por aqui.
  • Não nos sentimos incomodados em nenhum local lá em NY. Nem na rua, nem no metrô, nem nos parques, não dá medo andar na rua, não dá receio de vir qualquer pessoa em sua direção. Claro que lá acontece crimes também, mas a ‘aura’ da cidade, não é de medo.
  • O metrô de NY é bem sujo. O chão e as paredes são meio encardidos. Os trilhos tem muito lixo acumulado, sacolas, não tem nada de bonito nessa parte não…
  • Não achamos fácil andar de metrô em NY. Várias linhas passam no mesmo ponto. Tem que ficar atento pra ver qual é o seu e se ele está indo pro lado que você quer. São várias entradas e saídas, às vezes vocês está de um lado, descobre que é o lado errado, tem que procurar onde que o metrô passa para o lado certo. Enfim, não é um bicho de sete cabeças, mas tem que estar concentrado antes de entrar no primeiro metrô que achar.
  • Alguns ‘pontos imperdíveis’ que existem em roteiros de viagem devem ser analisados conforme sua perspectiva de legal. Se você gosta de lanchinhos, procure estas dicas, se aprecia refeições não perca tempo indo naquela super padaria famosa, só porque tem que ir. Por exemplo, Magnólia Backery é famoso, mas o bolinho não é grandes coisas, Papay’as Dog eu achei maior boteco copo sujo e prefiro várias outras opções. O famoso Hot Dog de barraquinha de rua, também dispensei, não gosto de salsicha pra que arriscar?
  • Respeite seu sono e seu cansaço. Não significa dormir 10 horas e ficar em casa à toa. Mas se está muito cansado é melhor dormir e descansar e sair bem humorado do que ficar cansado o passeio todo e não aproveitar.

Enfim, por enquanto é isso. Próxima parada Disney \o/

 

Nova York – 5º Dia

Nosso último dia em NY não tinha roteiro nem programação. Queríamos descansar um pouco, passar no shopping, ir até o Museu de História Natural à tarde e organizar as coisas pra irmos embora. Marcamos com a Mel e o Iure de nos encontrarmos depois do expediente pra dar uma volta na Times Square, jantar e nos despedir. (não tinha programação, hahaha)

Acordamos tarde (por volta de 10:00), pois o cansaço corporal já estava presente. Tomamos café e saímos pra ir até o Shopping. Fomos até o Atlantic Terminal Mall, que é muito pertinho de onde estávamos e tem todas as lojas legais pra ver. Apesar de ser um shopping pequeno, pros padrões americanos tinha Marshall, Burlington, Best Buy, Super Target, MAC e Victoria Secret’s.

Nosso interesse não era sair loucamente comprando, até porque nosso objetivo de viagem não era este, mas sabíamos que muitas coisas tem preços imperdíveis e fomos ver de qual que é… Começamos pelo supermercado Target. Eu adoro supermercados, acho divertido passar em todos os corredores, olhando os produtos, vendo as coisas novas. Mas os supermercados de lá são MUITO grandes. Peguei o carrinho, passei em cada corredor, mas super rápido, só passando os olhos em cada prateleira. Tem tanto produto legal e de preço barato, que a vontade é fazer a compra do ano. O lado dona de casa ficou super aflorado, mas o marido ajudou a manter o foco no apenas dispensável. Compramos algumas coisas pra casa de nossos anfitriões, pra repor o que tão generosamente ofereceram pra nós.

Em outubro, lá tem o Halloween e no supermercado tem vários sacos de chocolates e doces pequeninos, decoração pra festa e casa, fantasias. Muito legal. Comprei um destes sacos de chocolate mas não curti muito, os chocolates são meio hidrogenados e vem muitos dos mesmos, não prestei tanta atenção e me arrependi.

Só surtei na área de produtos pra viagem, os famosos Travel Size. Oh My God!! Tinha muitas variedades, muitos tipos, marcas, muitas opções. Ahhhhh Eu queria trazer um de cada! Além de serem super fofos e práticos, os preços gritam nos olhos. $1,00, $1,50 o mais caro que comprei foi um protetor solar da Banana Boat, fator 50, por $3,80. Comprei, shampoo, condicionador, desodorante, cotonete, gel pra depilação (com cheiro de Framboesa), sabonete (corpo e cabelo) masculino, shampoo dois em um masculino, 2 protetores solar (um sport e um infantil, porque sabia que ia precisar em Orlando), esfoliante pro rosto, espuma de barbear, sabonete líquido. Achei tão bom. Queria ter comprado mais destas coisinhas, mas tinha que ser contida.. =P

Comprei ainda no supermercado uma regata roxa por $6,00 e pouco e duas calcinhas por uns $4,00 dólares cada.

Saímos do supermercado e fomos pras lojas de departamento. São lojas imensas, com muitos corredores, muitas opções de cada coisa, muitas araras com muitos produtos misturados pra você achar o que quer. Tem que ir com tempo. Eu e o Cássio focamos apenas no que queríamos e no que saltava muito aos olhos nos corredores. Na primeira loja, que não lembro se foi Marshall ou Burlington, compramos um pacote de meias pro Cássio, marca Náutica, que foi a melhor compra da viagem na opinião dele. Não lembro o preço, mas sei que foi super bom, comparado com os preços das meias boas daqui. Compramos ainda um kit de meias femininas, curtas, bordadinhas, era um conjunto de 5 meias por uns $7,00.

Fomos pra outra loja. Lá achamos a mesma meia que eu tinha comprado na loja anterior, mas por $4,50. Pedi pro Cássio voltar na loja de baixo e devolver  que a gente levava na loja mais barata. Sério, é inacreditável pra nós brasileiros a facilidade que é devolver um produto em uma loja e pegar o dinheiro de volta. Não perguntam nada, simplesmente lançam no sistema e devolvem seu dinheiro. É uma transação comum, como a compra. Muito alegria este tipo de coisa!

Além do conjuntinho de meias, comprei também um conjunto de bloquinhos fofos pra escrever recados. Eram 4 blocos de vários tamanhos e bem gordinhos por $5,00, mais ou menos. Tentei ainda comprar um “caderno” que era tipo um diário pré moldado, tinha um lugar de escrever seus filmes, livros preferidos, viagens, roteiros, bem interessante. mas na hora de passar no caixa, não estava cadastrado, não tinha preço e estávamos com ‘pressa’ então não rolou de esperar acharem o preço do negócio.

Achei ainda uma carteira da Tommy, linda, do tipo que eu queria, era $14,00, mas não comprei porque como estava indo pra Orlando, achei que ia achar uma melhor e mais em conta lá. ARREPEDIMENTO!!!! Meu Deus, que raiva. Mas a gente aprende. Comprei ainda na fila do caixa duas barras de chocolate, uma da marca GODIVA (meio amargo com morango) e outra Lindt. O Godiva é bem caro, uma barra de poucas gramas era tipo $6,00/ $7,00 e sinceramente não achei grande coisa, tem gente que adora, mas não foi meu caso. Os da Lindt por sua vez não teve nenhum sabor que eu não tenha gostado.

Enfim, saímos de nossa tarde no shopping com: produtos de higiene pessoal, uma regata, um pacote de meias feminino, um masculino, duas barrinhas de chocolate, um kit de bloquinho de recados, calcinha e só. Contidos não?

Neste dia almoçamos no Mc Donald, que estava lotado e o local meio sujo, o atendimento da área de alimentação deixava bastante a desejar e muita gente come lá. Como já era mais de três horas decidimos que não ia rolar ir pro Museu correndo. Fomos pra casa, arrumamos a mala tranquilos e descemos mais cedo pra encontrar a Mel e o Iure para passearmos na Times Square.

Pegamos o metrô, andamos em algumas lojas ali por perto. Tentei achar algum sapato que me servia, mas não rolou. Simplesmente, nenhum número, nenhum modelo, nenhum tamanho NADA ficava confortável no pézinho de princesa que eu tenho. Ai desistimos.

Neste dia fizemos o Tour padrão completo na Times Square. M&M’S, MAC, Sephora, Toy ‘R’ Us e afins. Como é divertido!!! A cidade que nunca dorme, mesmo em reforma é muito legal. Tiramos todas as fotos padrão e estávamos muito felizes!

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Divando

Primeira loja foi MAC! Testamos algumas coisas levei um batom e a Mel escolheu outro, um meio roxo, mais escuro DIVO e LINDO. Eu comprei o Relentless RED que não sabia da fama, mas amei ele no expositor e na boca.

O legal destas lojas é que você pode provar tudo! É tudo higienizado e limpinho o que te dá segurança de provar e comprar. Na Sephora comprei um lápis verde e um Stay don’t Stray da Benefit.

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Bolinhas Pula Pula. Quer coisa inútil mais tentadora?

Próxima parada foi a loja de brinquedos. Coisa boa é passear nestas lojas, cheias de coisas legais.

Jantamos no delicioso Olive Garden que fica na Times Square. Mesa TOP com  vista pra avenida, atendimento bom e comida boa. Pedimos 3 pratos pra 4 pessoas e ainda sobrou. A salada que vem antes dos pratos é a coisa mais MARAVILHOSA do universo. Variada, bem servida, muito gostosa.

Na M&Ms babamos em várias canecas e copinhos lindos mas não levamos nenhum. Não compremos chocolate também. Sei que é um souvenir, mas era caro demais pros nosso padrões no momento.

Fomos pra casa depois deste passei, encerrando nosso passeio maravilhoso.

Mel combinou um táxi pro outro dia cedinho que nos levaria no aeroporto. Pegamos aqueles táxis que fazem o serviço por preço fechado e não pelo taxímetro. Ele nos buscou na hora combinada e chegamos no tempo previsto no aeroporto. QUASE tivemos problema com o horário de despacho de bagagens, chegamos super em cima da hora e coisa de 10 minutos perderíamos o prazo de despachar a mala. Mas ainda bem deu tudo certo e seguimos rumo a Orlando pra outra etapa do passeio.

DICA: Sempre chega 1 hora antes do início do embarque e não do horário do voo, senão pode se enroscar e perder todo o processo.Principalmente nos aeroportos dos EUA que tem as sessões mais distantes uma das outras.

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Quase não coube

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Com o amor, na cidade que nunca dorme.

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Me vê dois desses?

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Salada perfeita

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Pão de alho quentinho

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Jantar de despedida

 

 

 

 

 

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=)

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Porque o brilho da cidade só aumenta nosso sorriso!

 

 

 

 

Nova York – 4º Dia

Gente, alguém socorre esta pessoa enrolada! Como pode até hoje não ter terminado de escrever sobre minha viagem né?

Mas bora correr atrás do prejuízo. =)

Infelizmente este post terá pouquíssimas fotos e é perigoso eu esquecer alguma coisa por isso. Nhém.. simplesmente perdi TODAS as fotos deste dia. TODAS! Uó.

Mas pensa na esperteza do casal. Eu e o Cássio fomos pra nossa primeira viagem da VIDA e simplesmente não tínhamos nenhuma câmera de fotografia.  Levamos apenas nosso celular Motorola (sem flash), que pra piorar não tinha chip de memória. Ou seja, ele tirava poucas fotos e chegando em casa eu tinha que passar pro computador dos amigos e depois pra um pen drive. Pensa a trabalheira?!?! Ainda mais depois que você tá vesga/manca de sono e cansaço de andar o dia todo. hehe Como podem ver, isso NÃO dá certo e por favor, não façam isso em casa! =P

O 3º  dia foi bem longo e eu cheguei morta com farofa em casa, deitei e dormi e nem escrevi meu resuminho do dia, nem no celular (não aguentei).

Até então não havíamos ficados sozinhos nenhum dia em NY, pois na sexta a Mel fofa tirou folga pra curtir conosco e no sábado e domingo nossos amigos não trabalham e pudemos fazer tudo juntos. Na  segunda não teve jeito, era eu e o Cássio pra desvendar os detalhes da Big City. O Iure deixou o celular dele conosco para podermos usar o GPS e os dados do celular dele, além de não ficarmos incomunicáveis forever. Pudemos também usar a câmera do celular dele, que era melhor que a nossa pra tirar algumas fotos (que se perderam =/).

 

Acordamos depois dos amigos, eles já tinham ido pro trabalho. Comemos waffles (semi pronto) com xarope (aqueles do filme, parece ser um melado, mas ele surpreende pois é um doce bem bestinha que não enjoa). Dei uma mini ajeitada na cozinha e nos arrumamos pra sair. Levamos umas roupas pra lavar numa lavanderia na ‘rua de baixo’, lavanderia de chineses que falavam um inglês bem marromenos, um preço bem bacana (roupa de 15 dias ficou $21) ficamos com o ticket pra pegar no outro dia e fomos passeando pelo bairro numa típica segunda feira de outubro, aproveitando a alegria que é andar por aí.

Pegamos o metrô rumo ao District Financial, o  Iure trabalha nas redondezas e íamos dar uma volta pelas ruas até o horário de almoço.

O District Financial nada mais é que o Centro Financeiro de NY é onde estão concentradas empresas antigas e conceituadas do setor financeiro. A paisagem é bem conhecida aparece em trocentos filmes. Peguei algumas fotos na internet mesmo pra ficar mais fácil…

(http://viajandoemfamilia.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Financial-District.jpg)

https://amorinhas.files.wordpress.com/2014/05/8df3c-noentrytotrafficnearnystockexchangeimg_1583.jpg)

O que mais impressiona é a grandiosidade de tudo. São prédios imensos como dá pra ver nas fotos. São muito antigos e extremamente bem conservados. Por fora não se vê sujeira, infiltrações, coisas quebradas. Não estou dizendo que tudo é perfeito. Mas que impressiona, impressiona. Andamos pelas ruazinhas, vimos esta igreja que aparece no fundo da foto e salvo engano do lado dela tem um pequeno cemitério.

Passamos pelo Búfalo dourado e estava lotado!!! Gente em volta dele todo, fazendo fila na frente e por trás pra tirar foto. Certeza que pra fazer uma foto assim, sem ninguém a pessoa madruga na cidade, senão sem chance!

Diz a lenda se você esfregar o ‘saco’ do búfalo, traz sorte no dinheiro. Eu não quis tentar, a fila tava meio grandinha e tirar foto com as bolas do bicho não me apeteceram. Mas aí embaixo coloquei 1 fotinha pra vocês verem o ‘boizão’.

(http://www.metropolitanpropertygroup.com/images/areas/16.jpg)

Depois de andar, tirar fotos e xeretar um pouquinho por ali, seguimos para encontrar o Iure. Acho que almoçamos num restaurante Irlandês, mas não tenho certeza. Ficava numa área cheia de restaurantes que tem várias mesas na rua, como se fosse cantina de escola.  No restaurante você escolhia qual a  carne (frango ou peixe) e tinha as ‘misturas’ pra você pegar o que quiser. Eu peguei peixe o Cássio pegou frango. SÉRIO! Vocês não tem ideia do tamanho dos pedaços de carne. O frango era metade de um frango inteiro. Era gigante e o peixe também, era um filézão enorme de um peixe frito que estava escorrendo óleo por fora, mas estava gostoso. Além disso as misturinhas eram bem boas: salada, cenoura baby, macarrão com queijo (tipico de lá) e bebida refil. De barriga cheia, Iure volta a trabalhar e a gente segue rumo ao desconhecido.

Caminhamos pra ‘beira do rio/mar/lago’ onde fica a Estátua da Liberdade, passamos por uns monumentos bonitos, umas recordações de soldados de guerra, as ruas na ‘beira do rio’ eram meio vazias, mas mesmo assim não dá medo de andar por lá.

Chegamos a State Island Ferry (um local gigante de onde saem barcos de passeios, como não tínhamos feito o dever de casa, não sabíamos bem como funcionava, não tinha muitas informações dos passeios e um monte de gente oferecendo passeios do lado de fora nos deixou desconfiados e seguimos reto) procurando onde vendia os ingressos de ir até a Estátua, caímos no Castle Clinton,  um monumento muito legal de 1812 que até hoje é conservado, a paisagem em volta dele mudou muito e ele está lá, firme e forte! Nesta foto de visão aérea ele é esta construção redonda bem na parte inferior da imagem e na de baixo dá pra ver o contraste entre os prédios enormes e a estrutura antiga.

(http://www.thebattery.org/wp-content/uploads/2011/09/Gettyaerial-cropped1.jpg)

(http://i111.photobucket.com/albums/n125/kjetilbalog/New%20York/ny156.jpg~original)

Toda esta região fica no  The Battery que é este parque/praça na foto área, de lá da pra ver de longe a Estátua da Liberdade e foi o que fizemos, a visita de barco pra ver ela era $30 por pessoa e ai achamos melhor não gastar e continuar vendo as coisas de graça mesmo. =P

Uma coisa que observei, era que este parque estava sendo reformado, acredito que ele tenha sido destruído quando passou o furacão, ainda mais que ele tá na beirinha do rio, e aí tinha algumas partes interditadas, tinha muita coisa novinha, algumas partes reconstruídas e, uma coisa que achei bem bacana, tinha um ‘concurso de design de cadeiras’ pro parque, eram muitas ideias legais (cadeiras que viravam espreguiçadeiras, cadeiras que juntas viravam mesas, de diversos materiais) BEM LEGAL! E elas estavam nos painéis que fechavam o parque para reconstrução, com maneira de votar, deixando os tapumes bem mais interessantes.

Depois fomos rumo ao World Trade Center, gente sério, por fora mesmo já começa o ‘choque’. Ainda tem muitos prédios chamuscados, com  as marcas das explosões que deixaram as marcas . É muito triste pensar que num centro daquele, num dia qualquer, simplesmente explodiram dois prédios lotados de gente. É muito muito triste. Entramos no memorial, vimos as fontes infinitas (que são lindas) uma bela homenagem às milhares de vítimas que perderam a vida injustamente, no mesmo local tem os outros prédios gigantes que estão sendo construídos.

Na saída do Memorial, passamos na Dunkin Donuts pra pegar um lanchinho bom e barato, sei que é pura gordice, mas eu adoro! Saindo de lá quis ir na Century 21 uma loja de departamentos enorme, que tem várias marcas e sabia que tinha uma nas redondezas.

Nesta hora aconteceu algo bem engraçado: o google maps do celular não estava marcando a loja que era perto de onde estávamos, ela mandava seguir para um local bem distante e eu sabia que tinha uma por ali. Pedi pro Cássio perguntar pra alguém na rua onde era e ele não queria. Pediu o celular e foi pesquisar pela loja (coisa que eu já tinha feito). Fiquei brava e falei que ia perguntar pra alguém, já que ele não queria fazer. Mesmo não sabendo montar uma frase qualquer, lá fui eu pisando duro.. hehe Achei um grupo atravessando a rua, com umas sacolas da Century 21. Apontei pras sacolas e perguntei: Please, where? E apontei pra um lado e pro outro. hahahahah  O rapaz que estava mais próximo começou a me responder, e logo uma mulher atrás dele falou: “Fala pra ela que é a duas quadras daqui…” em PORTUGUÊS.  Na hora respondi, “Ah eu também sou brasileira, fica mais fácil” . Me explicaram onde era e eu sai feliz da vida. (Sorte de principiante)

Entrei na loja, vi algumas coisas, mas não animei a entrar nas compras. Gente é MUITA coisa, são muitos andares, de tudo que você pensar, de marcas demais, de tamanhos que você não conhece. Enfim, dá desanimo total. Tem que ir com foco nisso pra encarar a maratona, não era nosso caso. Demos umas olhadas pela parte de acessórios, Cássio achou uma carteira que ele gostou, compramos um cadeado no modelo TSA e duas barrinhas de chocolate Lindt e fomos emboras.

Seguimos para a Brooklyn Brigde, aquela ponte mais famosa de todos os filmes do universo. Caminhamos, estava ventando horrores, vimos o finalzinho do pôr do sol, tiramos meia dúzia de fotos escuras no celular e procuramos um jeito de ir pra casa.

Pelo mapa tinha um metrô perto da ponte, atravessamos a ponte toda, mas NÃO conseguimos achar a entrada do metrô, nem a rua que dava acesso, nem nada.  Sabíamos que não era tão longe, então fomos andando até a estação mais próxima. Mas gente PQP que desespero. Esta estação não chegava nunca, estávamos em ruas desconhecidas, sem nada perto, andando em avenidas largas de galpões, sabe assim, meio abandonado?  Muito triste. hahaha E pensa o nível de cansaço, depois de bater perna o dia todo?

 

Quase em frente à estação de metrô vi a lanchonete chamada Shake Shack (http://www.shakeshack.com/) super famosa, já tinha lido sobre ela, já que estávamos perto da hora da janta, ligamos pros amigos e avisamos que íamos comer ali mesmo, eles foram nos encontrar, comemos o sanduíche e as batatinhas que  são bem gostosas. Sobre o lanche não foi grandes coisas, mas também não é de se desprezar de jeito nenhum. É um sanduíche ok num preço ok.

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Não dá pra ter ideia da delícia deste chocolate!

Na volta pra casa ainda demos uma passadinha numa chocolateria que havia perto de casa (fechou =( ).

Simplesmente o melhor brownie com sorvete e chocolate da VIDA! Sério, perfeito!! Dividimos uma sobremesa os quatro e seguimos pra casa.

 

Chegamos em casa oramos, brincamos de ‘substantivo’ e cama!

Ainda tinha o último dia de viagem…