Lembranças Boas – #2

Tem também as lembranças de coisas que eu mesma escrevi, aquelas palavras que conseguem sair pra fora e ainda fazerem muito sentido. Essa foi uma cartinha de aniversário.

 

“Hoje não quero seguir as suas indicações pra presente. Sei que você importa pouco, ou quase nada, com presentes, mas queria de alguma maneira marcar esse dia.

Refletindo essa semana, pela primeira vez entendi porque as pessoas usam tanto as flores em momentos especiais. Ou pelo menos pra mim, fez muito sentido.

A flor não é só beleza, cor e perfume, que por si só já seria suficiente. Ela nos mostra, numa brevidade, visível como a vida funciona.

A vida é cíclica, ela tem fases e não adianta brigarmos com isso.

Sabemos quando recebemos uma flor que por mais que ela esteja linda e muito florida, que ela morrerá em poucos dias, que aquela beleza, aquele aroma, vai se desfazer, amarelar e sumir.

Depois da morte da flor, sobra o verde, o caule. Sobra o que sustentava aquela flor bonita. Esperamos que o caule não morra também. Que ele consiga se alimentar da terra, que ele tenha o que é suficiente.

E não basta só desejar, precisamos cuidar, tirar os bichos, regar, por no sol, hidratar, pra não faltar alimento e fôlego.

E se fizermos tudo direitinho, e se for pra ser assim, em algum momento vem um broto, tímido, que se aflora novamente e nos alegra em forma de flor de novo.

E quando vemos a flor, não temos duvida que valeu o esforço de ter cuidado todo aquele tempo, valeu a espera.

Muitas vezes tentamos manter só o que nos interessa, ficar só com as alegrias, mas a flor falsa, mostra que é falsa, vemos de longe que não é tão bela, além de faltar o perfume.

Hoje não existiria metáfora melhor.

Nossa vida é cíclica!

Assim como você, eu, sua energia, motivação e colheitas.

Espero ver você se desabrochar várias e várias vezes.

Ver a alegria e a cor no seu rosto.

Mesmo que alguns dias sejam difíceis, sei que conseguiremos nos florescer.

Conte comigo no seu plantio.”

 

por Natália Maximiano (18/08/2016)

Lembranças Boas – #1

A primeira lembrança que quero deixar registrada foi de uma mensagem que recebi de aniversário, pedi para as pessoas escreverem algo como se fosse uma homenagem póstuma, coisas que diriam sobre mim caso eu não estivesse viva.

Essa foi uma das mensagens que amei.

“Difícil falar sobre você Nati, dentro da minha memória ocupa um lugar tão especial que quando penso dá vontade de sorrir.
Bem, já escrevi tanta coisa sobre você em tantos momentos na vida, e me parece que a nossa alma é tão inteligente que vai limpando a memória e deixando só o que importa. Então vou falar das lembranças da minha alma.
Eu gosto de você porque você é uma pessoa alegre! Nati pra mim é sinônimo de sorriso, o que mais me recordo é de estar às vezes num cinza, sem graça e quando te encontrava era uma coisinha, qualquer coisinha e você fazia virar uma coisa tão grande e engraçada, um simples passeio pra um sorvete era uma aventura fantástica. Essa era a Nati pra mim.
Passar o domingo fazendo nada do seu lado já era divertido, você realmente tem uma presença que faz as pessoas se sentirem bem.
Pensando em tudo do que conheço de você daquela época eu penso em você como uma grande guerreira da alegria, um ser que veio nesse planeta pra mostrar que dentro de grandes dores e dificuldades a gente pode cultivar a florzinha mais linda e pura se tiver amor no coração.
Antes de te conhecer achava muito engraçado ver você sempre alegre, nem se importando com o que os outros achavam das suas risadas, suas perguntas inusitadas.. você não passa desapercebida e eu não entendia nada pois eu era quase o oposto, queria sempre passar sem que me notassem, e por isso julguei de começo que você devia ter uma vida muito fácil pra ser tão feliz e que seria muito segura de si pra ser tão autêntica.
Grande engano, mal sabia eu que toda a força, toda a felicidade foi gerada em meio à algumas grandes dores e dificuldades, coisas que eu nunca tinha vivido, o que me fez te admirar mais ainda.
Hoje em dia não sou tão bom com palavras quanto à uns anos atrás, ou simplesmente a idade tem me ensinado que menos é mais, mas acho que resumiria bem o que eu sinto de você com a definição de Guerreira da alegria, tão vital nesse mundo muitas vezes tão cinza.
Espero que um dia você consiga se enxergar com os olhos que eu consegui te enxergar (e que guardo na lembrança), nesse dia você se tornará muito feliz, porque sei que Deus guarda pra você em dobro toda felicidade que você trás pro mundo e pros seres ao seu redor.
Te amo! Te desejo muito amor, paz, harmonia e muita alegria no seu caminho! Que Deus te guarde e te ilumine sempre! ”

 

por Sérgio Filho (11/10/2015)

Projeto – Lembranças Boas

Algumas lembranças, felicitações e parabenizações não deveriam ser esquecidas.

Todo aniversário ou em datas especiais, ou mesmo em momentos aleatórios recebemos um carregamento de carinho que vem em forma de letras. São palavras que aquecem nossa alma e deixam a gente se sentindo querido pro resto da vida.

Não quero mais perder essas palavras, então sempre que possível quero deixar registrado aqui estes momentos, essas palavras que pessoas escreveram pra mim e que me deixam muito feliz sempre que eu leio.

Pode ser a foto de alguma coisa que recebi, um post o Instagran ou uma publicação de Facebook, um e-mail , enfim.. Um grande caderno de recordações on line.

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Las Vegas – Aluguel de Carro e Check in Hotel

Nossa primeira ‘missão’ da viagem era pegar o carro que alugamos. Isso em Las Vegas foi mais complicado que imaginamos, andamos um pouco aleatoriamente, fomos até o prédio de garagens que havia em frente, que é apenas um estacionamento, até acharmos uma plaquinha que indicava um ponto de ônibus e que dizia Rent’Car.

Na placa de ônibus não tinha ninguém no local, não tinha informações de horário, e enquanto eu fiquei lá fora, Cássio foi lá dentro achar alguma pessoa pra perguntar se estávamos esperando no local certo e se teria transporte naquele horário. Ele não achou ninguém, mas chegaram mais pessoas e se posicionaram no local, então devia acontecer alguma coisa. Finalmente o ônibus chegou, o motorista ajudou todo mundo a organizar as malas e seguimos por alguns minutos até o local onde retiraríamos o carro. A garagem de carros não é ao lado ou em frente ao aeroporto, ela fica num prédio auxiliar, onde não é possível chegar a pé.

Viajar para os EUA, um local que tem uma cultura bem diferente da nossa, nos coloca em situações que precisamos pensar em como agir. Questionei com o Cássio qual o valor de gorjeta que deveríamos dar pra aquele caso, (90% do serviço de mão de obra nos EUA é retribuído com gorjetas). Ele sugeriu que observássemos quanto cada pessoa daria. Pra nossa surpresa, ninguém deu gorjeta, a descida é rápida e acabei ficando sem reação. Passou dessa vez.

O local de aluguel de carros é bem estruturado, tem muitas placas e informativos indicando o local que devemos ir. E todas as empresas tem um espaço bem delimitado.

Mais uma vez alugamos pela AVIS, fomos até o balcão, o atendente, como sempre, ofereceu um monte de coisas não precisa, ofereceu também upgrade de carro, carros luxuosos e depois de muitos “Nãos” ele emitiu nosso contrato.

É sempre bom ler o contrato e ter certeza que os itens que você já contratou estão elencados no contrato. Dessa vez contratamos Motorista adicional, porque a Carol ia dirigir comigo também e isso não constava no contrato, falamos com o atendente que trocou os dados e nos informou que o novo motorista precisava ir até o balcão para apresentar os documentos.

Tem WiFi no salão, mandei algumas mensagens avisando que chegamos bem e explicando pra Carol onde estávamos, ela avisou que o voo estava atrasado e que iam demorar um pouco mais. Sentamos e ficamos meio acordados, meio cochilando na cadeira. Sorte que ainda era onze horas no horário local e teríamos horas de sono pela frente.

Las Vegas no quesito transporte é bem democrática também: quem quer ficar sem carro fica, quem quer alugar usa com facilidade. Como nosso roteiro incluía viajar pro Grand Canyon e queríamos liberdade pra ir pra qualquer lugar, decidimos por um carro compacto (tipo um Civic) que não fosse muito grande, nem muito pequeno. Percebemos depois que pra 4 pessoas, com malas, esse é um carro bem pequeno. =P

Quando todo mundo chegou, cumprimos a burocracia da empresa de aluguel de carro, escolhemos um na garagem, pegamos um Atima da Hyundai, colocamos as coisas no porta malas, ligamos o Google Maps e seguimos para o hotel. Mais uma vez, não tínhamos GPS e tudo era feito mentalmente pelos meninos pra chegarmos no destino.

A chegada no hotel é outra aventura, em Las Vegas todos os estacionamentos são GIGANTES e gratuitos. Não tem muita regra, não tem impedimentos. Se tiver vaga, pode parar. Mas como era nossa primeira parada, surge aquela duvida, se é pago, se não é, se pode parar, se não pode. Demos algumas voltas, entrei em alguns locais errados e finalmente achamos um local pra parar.

E lá vem a luta de descer com todas as malas, bolsas, sacolas, mochilas e papagaios pra ir pro hotel. Eu e o Cássio estávamos com uma mochila cada e uma mala grande pros dois. Mas Carol e Renato que vinham de outra viagem estavam com bastante bagagem e saímos empilhados do carro.

Carregar malas em carpete é algo que devia ser título de maratona. “Maior peso e quantidade nos 500m de carpete fofo”. Hahaha

Fizemos check in, que foi bem rápido e nos dirigimos pros quartos. Carol e Cássio que ficaram encarregados do check in, não lembraram de pedir quartos próximos e nem fizeram check in juntos, então fomos parar cada um em uma torre de apartamentos o que dificultou um tico nosso dinâmica.

Estávamos todos famintos e combinamos de deixar as malas no quarto, dar uma ajeitada na face e descer pra irmos comer algo. Pelo tardar da hora escolhemos comer no saguão mesmo, que sempre tem algumas opções de comida. Fomos de sanduicheria  com carinha de anos 60, que estava lotada de gente pós festa. Cada casal dividiu um sanduíche e uma bebida e subimos pra dormir e organizar as coisas. No outro dia combinamos as nove da manhã no salão.

Sobre o hotel, ficamos no Excalibur, apesar de não ter lido coisas muito boas sobre ele na internet, achei super digno e confortável. Quartos grandes, com duas camas cada um, lençol macio e muitos travesseiros fofos. O banheiro é enorme e bem limpo e confortável. No box não tem aquelas cortinas ‘nojentinhas que grudam na perna durante o banho’. E mesmo sendo encarpetado, não tem cheiro de velho, nem de guardado.

A decoração dele é ok, tem suas características de castelo, mas não é chique. O saguão é cheio de máquinas de jogos e tudo é meio caótico e muito iluminado, mas tem um cheirinho bem gostoso e aconchegante. Como é permitido fumar no saguão se não fosse o cheirinho, seria insuportável!

Tomamos um banho bem quente (ahhh melhor parte de banho de hotel) e cama!

Nosso quarto era voltado para os fundos do hotel. A vista não era das mais bonitas (via-se os quartos e telhados e estruturas do hotel), mas pelo menos da janela era possível ver o sol nascer e não tínhamos problemas com barulho.

…continua…

Las Vegas – O ínicio

Las Vegas me surpreendeu!
Tá certo que a expectativa não era das maiores, mas felizmente voltei com o sentimento de que voltaria pra lá! É tão ruim quando não sentimos vontade de voltar né?
Quem acredita que Las Vegas é só balada, bagunça e jogatina, tá muito enganado!
O legal desta cidade é justamente a enorme (se não maior) variedade de coisas pra se fazer em uma cidade só.
  • Quer comer em um restaurante de um chef, famoso no mundo todo, lá tem.
  • Quer ir pra uma balada top, lá tem.
  • Quer comer numa pâtisserie finérrima, lá tem.
  • Quer comprar nas lojas mais caras e conceituadas do mundo, lá tem todas.
  • Quer comprar nos outlets ou em lojas de liquidação, tem também.
  • Quer ver lojas exclusivas de marcas como Coca Cola, M&M’S e Hersheys, lá tem.
  • Quer andar em lugares feitos pra serem bonitos sem gastar um centavo, tem.
  • Quer dar tiro com armas de fogo, sem precisar de porte, tem como.
  • Quer casar de última hora, é só querer.
  • Quer ver paisagens legais e diferentes, tá no lugar certo.

Enfim, deu pra entender né? Tudo que você pensar em fazer, comprar, comer e ver, possivelmente você vai achar em Las Vegas.

Não conseguimos fazer nem um terço do que tinha de opções,  mas nos divertimos (e cansamos) bastante na cidade. Mais uma vez, não fiz “o roteiro padrão tem que fazer” do lugar. Muitos pontos turísticos ficaram de fora, mas em compensação visitamos muitos lugares ‘lado B’ da cidade,  que foram bem legais!

Nossa viagem foi programadas (saiu uma promoção), uns 5 meses antes da data da viagem. Parcelamos no cartão (em 9 vezes, ainda estamos pagando =/) passagem, hotel, seguro viagem e aluguel de carro, pro restante, juntamos dinheiro nos meses que se seguiram para podermos gastar lá.

Dessa vez não fomos sozinhos, um casal de amigos (Renato e Carol) foram com a gente e dividimos quase tudo lá. Viajar com amigos é bem legal. Tem a dificuldade de ter mais vontades e expectativas a serem atendidas, mas fora isso, tudo fica melhor.

Nessa viagem em conjunto, chegamos aos porquês  de ser bom viajar com amigos.

1 – Diferente de ser só um casal, se um ficou com raiva, você tem outras pessoas pra interagir e conversar.

2 – Mesmo que esteja cansado, você tem obrigação de sair, porque tem mais pessoas dependendo do seu ânimo e assim, perde menos passeios no local.

3 – Dividindo todos os pratos, todo mundo prova várias comidas. Se for ruim, você não come muita coisa sozinha, se for bom, tem como pedir de novo. Principalmente nas porções dos EUA que sempre são enormes, é bem bom pedir dois pratos e dividir pra 4. Quase sempre dá e sobra.

4 – É mais fácil achar alguém com os gostos parecidos com o seu. Em dois casais, dá pra dois fazerem uma coisa e dois fazerem outra.

5 – As despesas em conjunto ficam mais em conta, o aluguel do carro, uma diária de hotel. Dá pra dividir muita coisa!

6 – Fazer compras em conjunto é muito mais legal, um incentiva ou desestimula o outro a comprar e ter mais opiniões é sempre bem vindo.

7 – É uma excelente oportunidade de ficar mais próximo e fortalecer a amizade.

8 – Até tomar café da manhã é divertido, sempre rola brincadeiras e zoação desde cedo.

Pra quem não sabe, Las Vegas fica no meio do deserto, por isso, programamos nossa viagem para o inicio do inverno, época que a temperatura do deserto está bem agradável. Ainda tem sol, mas já venta frio e à noite fica bem friozinho. Nunca me imagino encarando Las Vegas no verão de 45°. Quem me conhece sabe que detesto calor, suor e todas as coisas envolvidas em altas temperaturas.

Levei só um casaco mais cumprido, não era de lã e nem muito pesado. Sabia que a temperatura não ia exigir nada de lã, nem muito pesado, era mais pra ser um ‘corta vento’. Mas em compensação, levei todos acessórios que poderiam me proteger, caso o frio fosse bem frio mesmo: tinha cachecol, gorros, meia calças, luvas e meias.

#FicaADica: Acessórios são fáceis de carregar, ocupam menos espaço e te mantém quentinho, além de dar cara nova ao casaco repetido.
 Nossos amigos nos encontrariam direto em Las Vegas, saímos eu e o Cássio às 13:00 do Brasil. E viajamos 6 horas atrás no tempo. hahaha Fuso horário nessa parte é bem legal. Você fica 15 horas no avião e ainda chega super cedo no local.
Voamos de COPA. Achei bem ok. No voo de ida eu e o Cássio fomos os dois nos três bancos, o que dá um conforto maior. Fizemos dois voos, com uma escala no Panamá. O primeiro tinha entretenimento de bordo, filmes bons e um fone horrível!! Quase não dava pra escutar nada. No segundo voo não tinha nada pra ver no voo. Essa parte é bem chata. Pelo menos a comida estava boa nos dois casos.
#FicaADica: Sempre leve seu próprio fone de ouvido para o avião! Seu voo será bem melhor.

Achei o aeroporto de Las Vegas estranho. Não é aconchegante, não tem área de lazer/alimentação, é bem grande e aberto. Estava bem vazio e frio quando chegamos. Tinha suas maquininhas de caça níquel, mas nada que emocionasse pra você pensar “Yeeey, cheguei em Las Vegas”!

A hora local marcava nove da noite, mas nosso relógio biológico sabia que eram quatro da manhã. Então estávamos meio rabugentos.

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…Continua…

Orlando/Disney – 2º Dia (Island of Adventure, Mall at Milenia)

Começamos o 2º dia cedo.

Como os parques abrem os portões cedinho o recomendado é estar lá logo na abertura. Você aproveita a parque mais vazio e não tem tanta fila nas atrações.

A rotina de todo dia era a mesma: acordar, tomar banho e comer alguma coisa. Como não gosto de acordar cedo, nosso café nunca era algo muito elaborado. Havíamos feito compras no Walmart no dia anterior, então tínhamos framboesas, suco, iogurte e bolacha e era isso que comíamos rapidinho antes de sair.

Para vestir seguimos o que pegamos de sugestão em vários sites.
A roupa padrão pra todos os parques é: tênis (ou algum outro sapato confortável), roupas confortáveis e leves (uma bermuda, um macacão).

É imprescindível passar protetor solar todos os dias, porque a gente fica muito tempo exposto ao tempo e mesmo que o sol não esteja forte, é suficiente pra queimar.

 

No primeiro dia levamos uma mochila com garrafinha de água, comidinhas (cheetos, chocolates e outras besteirinhas), documentos, dinheiro, celular e mais algumas tranqueirinhas.

Como viajamos no outono, de manhã quando saíamos de casa (por volta de 7:00 am) estava bem friozinho, então sempre saíamos com um casaquinho, uma jaqueta ou algo que amenizasse o frio no carro. Neste dia estava de bermuda jeans, camisetinha de super herói e levei um casaquinho de lã de coração.

Prontos, pegamos o carro e nos dirigimos para o primeiro parque. Fomos sem GPS só através do ponto marcado no mapa e o Cássio guiando pelo caminho que achava melhor.

Eu havia lido bastante coisa sobre como dirigir em Orlando. Uma das dicas  fundamentais é que as pistas à direita, em cruzamentos com semáforo, são livres pra virar à direita. Ou seja, tem um cruzamento, está aberto pro outro lado, mas você não vai atravessar, vai virar à direita, não precisa parar no sinal, pode só esperar a oportunidade e fazer a curva. Isso no começo assusta, mas é bom saber pra não ser buzinado e nem batido por quem vem atrás né?

Chegamos no parque por volta de umas 08:15/08:20. O ticket de estacionamento é pago na entrada e pagamos $15,00 pelo dia. O estacionamento é giganteeee! Grave onde deixou seu carro, senão é uma canseira pra achar depois.

Seguimos até a entrada do parque, que é comum para os dois da Universal para trocar o voucher pelos ingressos. Processo bem tranquilo feito nos guichês de ingressos.

Sempre pegue o mapinha do parque na entrada. Eles te ajudam com tudo: localização, descrição dos brinquedos, horário das atrações, restaurantes e lojas, banheiros.

 

Escolhemos primeiro o Island of Adventure (o parque do Harry Potter).E como todos os sites dizem: chegou no parque, escolha seu brinquedo preferido e Corre Nega!. 

Como as filas crescem no decorrer do dia, quanto antes você chegar no seu brinquedo favorito, menos fila terá. (Ahh mas não pode correr de verdade viu? Chamaram a atenção do Cássio um dos dias que ele correu. hehe)

Nossa primeira atração foi a área do Harry Porter “The Wizarding World of Harry Potter™“. É realmente lindo! Mas dá uma tristezinha do tanto que é cheio. Aliás em todos os parques o tempo todo vai ter alguém na sua foto, na sua vista, no seu caminho… hehe

Seguimos direto pra atração do castelo, que quando fomos era a mais concorrida.

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O “Harry Potter and the Forbidden Journey™” é um brinquedo realmente super legal. Diferente, de última tecnologia, divertido e nada assustador. É o estilo de brinquedo que mais gostei!

Neste brinquedo não pode entrar com mochila (vários outros também não podem) e eles fornecem armários (lockers) do lado de fora do brinquedo. Você guarda sua mochila, coloca uma senha e ela é gratuita por um tempo determinado, passou do tempo eles cobram um valor.

Assim que começou a atração demos meia voltinha e o brinquedo parou, desligIMG_20131024_105921ou tudo, breu total e você lá sentado sem ter o que fazer. hahah  Sim gente, estas coisas acontecem nos parques também. Ligaram de novo, seguiu o brinquedo, quando íamos descer eles ofereceram uma outra volta sem fila. Opa! Eles erram mas te recompensam. =D Fomos uma segunda vez (sem interrupção) e partimos pra próxima atração.

Demos uma voltinha na Montanha Russinha “Flight of the Hippogriff™”, que é bem sem gracinha. É linda, a decoração é impecável, tem coisas legais de decoração, mas não é emocionante. É uma atração melhor pra criançada mesmo.

Nesse ponto erramos um pouco qIMG_20131024_115906ueríamos explorar tudo do parque e esgotar todas as possibilidades antes de ir pra outra. Mas não recomendamos! Como o parque é grande e impossível de ver tudo em um único dia é melhor escolher suas melhores atrações de cada área e só ir nas menos legais, se tiver com tempo e disposição.

Próxima atração “Dragon Challenge™”  é a montanha russa do Harry Potter. São dois dragões um vermelho e um azul e cada um é uma montanha russa diferente, as duas muito boas e emocionantes. Fomos nas duas e não tenho nenhuma preferida.

Essa é outra atração que não pode entrar com nada, nem mochila, nem nada que possa cair durante os loopings e também ofereciam armários do lado de fora.

Nesse brinquedo aconteceram duas coisas ruins: 1º a fila demorou tanto que tivemos que pagar tempo extra no armário, pois como falei lá em cima, o locker é gratuito até um tempo X, se passar disso você paga um extra. Não lembro quanto foi, não é caro demais, mas também não são centavos. 2º é que eu não escorei a cabeça no banco da montanha russa. Estava bem sentada, mas não completamente encostada, por isso durante um dos loopings minha cabeça foi jogada pra frente e com a pressão do vento durante a curva fiquei com uma baita dor no pescoço e nas costas. =( Na hora não foi tão forte, mas fiquei sentindo à noite e no outro dia.

#FicaDica: Encostem completamente no banco dos brinquedos. Apoiem a cabeça e olhem pra frente!

 

Quando estávamos indo pra vila onde tem as lojinhas, tinha um showzinho das ‘escolas’ e paramos pra ver. Bem legal e bem apresentado. Vale acompanhar!

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Passamos pelo centrinho da vila, decidimos não beber a tal Cerveja Amanteigada, pois pelo que li, não me apeteceu.

Comi uma salada de frutas que estava vendendo num dos carrinhos (tem comida saudável nesse parque).

Entramos em todas as lojinhas, e são várias, tem brinquedos, doces, varinhas, capas, livros! Uma mais legal que a outra. Os funcionários caracterizados, o formato da loja, tudo é muito legal.

Não compramos nada em nenhuma das lojinhas com coisas divertidas, pois não era uma prioridade… Vai ficar pra uma próxima! Não duvido que valham a pena, mas tudo é escolha na vida né gente? A gente não podia gastar oque quisesse nos parques.

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Saindo da área do Harry, passamos pra parte do Jurassic Park.

É uma parte mais antiga e com atrações com menos tecnologia, mas não menos legais! É impressionante como a decoração do parqIMG_20131024_124458ue muda! Tipo de um lado todo sombrio e cheio de castelos e aí de repente, Jurassic Park, com todos seus fios soltos, alertas de segurança e folhagens bem verdinhas. Pelo caminho encontramos vários dinos! =D

Passamos primeiro por um parque de cordas, um brinquedo mais infantil, “Camp Jurassic®”  tem lugar de subir, de entrar, umas cavernas onde tem a seiva que guardou o mosquito, escorregadores e desafios entre as cordas, fizemos de tudo e vasculhamos a área toda! Não façam isso!! heheIMG_20131024_123137

Depois fomos pro “Jurassic Park River Adventure® ” é uma atração meio montanha russa, meio brinquedo, na água e tem risco de se molhar um pouquinho. Bem legal! Vale muito o passeio.

Saindo de lá fomos pra área dos personagens. É  a mais colorida e fofa do passeio a “Toon Lagon”. É tudo bem colorido e animado, com os personagens de desenho.

Mesmo com o dia nublado queríamos aproveitar tudo e encaramos a montanha rusIMG_20131024_131553sa de água.

Dessa vez, como estávamos com mochila e não queríamos correr o risco de molhá-la decidimos que um ia primeiro e depois o outro. Fizemos isso em vários outros brinquedos depois e deu certinho.

O primeiro brinquedo foi o “Dudley Do-Right’s Ripsaw Falls” é uma montanha russa bem legal, meio brinquedo e com uma bela queda d’água. O Cássio foi primeiro e voltou seco e lá fui eu. Achei bem divertida e recomendo. Pra molhar menos eu me ‘enfiei’ bem dentro do carrinho e não fui a primeira a entrar no barquinho. Só tem um detalhe, nessa montanha russa, em cima de uma ponte, onde você passa de barquinho, tem pistolas de água, onde asIMG_20131024_134045 pessoas podem por ¢0,25 jogar água em você. Eu quaseee saí seca. Me encharcaram depois, nessa hora. =P

Saímos de lá e fomos ” Popeye & Bluto’s Bilge-Rat Barges®” , o Cássio foi primeiro de novo e desta vez ele não teve tanta sorte. Saiu pingando água, completamente encharcado e segundo ele o brinquedo é bem bestinha e é feito só pra te molhar mesmo.

Desisti deste e fomos ver o barco da Olívia, “Me Ship, The Olive®”, que é uma atração só de subir e achar bonitinha! Mas ela te dá uma bela vista do paIMG_20131024_132226rque, que vale a visita! Enquanto isso o Cássio tentava secar um pouco e beliscamos algumas coisas que tínhamos na mochila como Pringles, chocolate, água e umas bolachinhas e foi isso que comemos, não fomos em nenhuma lanchonete nem restaurante.

Depois caminhamos pra parte dos Super Heróis e pra chegar lá, você passa por essa ruazinha mais fofinha do parque! Onde ficam alguns personagens, tem animações, muitos lugares pra tirar foto e muitas lojinhas e restaurantes. Passamos meio rápido por ela, porque já estava tarde e ainda tinha muita coisa pra ver.

     Eu sei que os personagens são só pessoas fantasiadas. Mas faz parte da magia dos parques. São pessoas que representam! É tão divertido!! ❤

Chegamos na “MARVEL SUPER HERO ISLAND®” onde fica tudo relacionado aos super heróis e mais uma vez a decoração mudou toda.

Fomos primeiro na tão falada e famosa Montanha Russa do Hulk “The Incredible Hulk Coaster®”. Mais uma vez não pode entrar com nada, porque cai tudo. Essa montanha russa é bem emocionante e pra gritar! Rápida demais que você nem vê o que está acontecendo. Não é minha preferida, mas é bem legal.

O grito do Hulk durante o passeio é legal, mas quando você tá na fila ou perto do brinquedo enche o saco.

Nesse brinquedo tivemos uma experiência chata também. Em quase todos os brinquedos tem uma fila chamada “Single Riders” que serve pras pessoas que estão sozinhas poderem ir mais rápido nos brinquedos e pegarem uma fila menor. Como eu e o Cássio já tínhamos ido nos brinquedos separados, achamos que seria uma boa ir assim, pra poder ir mais rápido. Aff que azar!!! O atendente que estava coordenando as filas, não era muito ligado nesse lance da fila Single Riders de ser mais rápido. Ele simplesmente ignorava a fila e ficava tentando encaixar as pessoas da fila comum. E muitas vezes deixou escapar lugares individuais nos carrinhos por não ver. Demoramos um montãoooo nessa fila. Mas na altura do campeonato não compensava voltar e ir pra fila normal. =/

Andamos muito nas lojinhas babando em cada bonequinho fofo, cada estátua, cada coisa legal que dá pra comprar. Nhem..

Partimos pro “The Amazing Adventures of Spider-Man® ” outra atração que eu AMEI! É do mesmo tipo do brinquedo do castelo do Harry Porter, emocionante, divertido.IMG_20131024_160043 Gostei demais. Tinha uma fila gigante também, mas no fim da tarde não tem jeito.

Em todas as atrações a fila em si já é um divertimento. Pelo caminho tem animações, cenários, falas, decorações que tem a ver com aquele brinquedo, com aquele mundo e é tudo muito bem feito.

 

Não fomos nos outros dois brinquedos dessa parte, um elevador e um outro brinquedo. Não ouvi falar bem e não arrisquei. Já estávamos só o pó da rabiola  mas fomos explorar o restante do parte antes de ir embora. IMG_20131024_161902

Fomos na parte super infantil do parque “SEUSS LANDING™”  andamos em um trenzinho fofinho de crianças pequenas hahaha, tirei foto nas decorações, Cássio passou em outro parquIMG_20131024_162738inho, (eu tenho medo de ficar entalada nessas coisas), é uma parte boa pra vc descansar um pouco, desacelerar e aproveitar a paisagem dos brinquedinhos.

Seguimos pra outra área “THE LOST CONTINENT®”  onde tem uma decoração bonita. Uma loja de armas que prendeu bastante a atenção do Cássio e uma atração que foi até bem divertida a “Poseidon’s Fury®” é tipo um teatrinho com efeitos. Vale a passada se você tiver com tempo!

Voltamos passando nas lojas, testando os chapéus e as demais coisas pra comprar. Cássio quis ir de novo na montanha russa do Harry Portter, voltamos lá em cima, desta vez deixei pra lá e ele foi sozinho, eu já estava bem cansada e meio enjoada. IMG_20131024_182027

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Na saída do parque comi a melhor rosca da minha vida. Como não tínhamos ido a restaurante nenhum, já estava com fominha e no caminho, quase na saída do parque parei em uma das lojinhas pra comer uma Cinnamon Roll, uma rosquinha de canela bem característica de lá. Sério! Essa é a melhor da vida. Tava bem quentinha saindo do forno. Nham Nham!

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Saímos antes de escurecer, no por do sol. Íamos comer no shopping e dar uma passeada antes de ir pra casa. Fomos pegar o carro e o por do sol estava lindo!!!! =)

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Saindo de lá fomos pro Shopping Mall At Milenia, queríamos ir no The Cheesecake Factory pois a fama precede o restaurante.

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É bom lembrar de procurar onde é a loja antes de parar o carro. Senão a gente anda MUITO! O estacionamento é aberto, o shopping gigante, a noite estava fresquinha. =D E passeamos pelas lojas.

Decidi ir na MAC comprar minhas ~tão sonhadas ~ coisinhas de maquiagem. Comprei pincéis, corretivo, base e batons. Minhas escolhas foram: 1 Kit de pincéis no tamanho travel, 3  batons (Ruby Woo, Viva Glam 1 e Chatter Box), 1 corretivo Pro longwear e a base Studio Fix Fluid.

Vale ressaltar que o atendimento na MAC é impecável, os maquiadores/vendedores são lindos, te ajudam a escolher e te dão dicas sobre os produtos. Em nenhum momento você se sente pressionada a comprar nada. Fiquei bem satisfeita.

Na loja o vendedor que me atendeu me sugeriu o batom Viva Glam (vermelho fechado, meio telha de acabamento meio matte), o Cássio adorou e eu sozinha não teria nem provado, nem levado, e hoje é um dos meus preferidos! Escolhi o clássico Ruby Woo (porque não tem nada melhor que um vermelho matte bem chamativo) e o Chatter Box (um rosinha fofo com cobertura cremosa). Sobre os pincéis, na coleção que eu comprei, vinham 5 pincéis numa  necesserie linda e bem acabada. O vendedor explicou que os pincéis são exatamente os mesmos da linha comum a única coisa que difere é o tamanho do cabo. Como eu nem tô ligando pra tamanho de cabo escolhi esse kit. Pra terem uma ideia, com o preço do único Duo Fiber que eu queria (mas acho que nem teria coragem de comprar) eu comprei o jogo com 5 pinceis, nele vinha o Duo Fiber, 1 pincel de corretivo e mais 3 de sombra.

Passamos na Forever XXI, onde vivi amor a primeira vista por uma coleção do Batman. Comprei 3 blusas e 2 esmaltes.

Fomos em uma loja da Microsoft e ficamos impressionados com o bom atenIMG_20131024_215411dimento e a atenção da funcionária (não levamos nada)!

Finalmente fomos pro restaurante. Fila de espera que não demorou muito….

Pedimos um prato só pra nós dois. Pois como as porções costumam ser bem grandes a gente sempre vai na metade pra cada um, ainda mais que tinha sobremesa depois.

Escolhemos purê de batata com uma carne e legumes. Estava bem gostoso. E ficamos mais do que satisfeitos. Na hora de pedir a sobremesa, pra levar, porque não dava pra comer mais, tivemos um probleminha no dia: nosso garçom simplesmente SUMIU. Ficamos mais de 15 minutos esperando ele aparecer. E fora o garçom da sua mesa, ninguém mais te atende. Essa parte foi bem chata. Quando ele voltou a gente já estava tão nervoso e cansado, que só queríamos ir embora. Não provei a sobremesa famosa! =/

Fora isso o atendimento de todos os outros lugares foi impecável.

Caminho de casa, banho e cama!

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Orlando/ Disney – 1º Dia (Aeroporto, Carro, AirBnB)

Oi queridos, tudo bem?!

Vim hoje começar a contar sobre a viagem pra Orlando.

Como comentei, saímos bem cedo de Nova York rumo a Orlando. Vôo foi tranquilo, sem surpresas, quando chegamos ao aeroporto já estávamos acostumados com o ‘esquema’ dele, onde descer, como pegar as malas e tal.

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Chegamos por volta de umas dez da manhã, pegamos as malas e fomos pra área das empresas de aluguel de carro. Como já havíamos fechado o aluguel da semana toda, foi só procurar o balcão da companhia para entregar os papéis.

Todo o aeroporto é bem sinalizado. É só seguir as plaquinhas que você se localiza sem medo. Além disso, no centro do aeroporto tem um balcão de informações pra te ajudar em qualquer dúvida e o pessoal é bem solícito.

Nossa ‘alugadora’ do carro era a Álamo e fechamos (como as outras coisas com minha amiga Fernanda da CVT Turismo), o processo foi muito simples, apresentei minha carteira de motorista, o voucher do aluguel e o atendente providenciou tudo. Eles pedem um cartão internacional que fica de garantia e é bom saber bem direitinho com sua agente de viagens o que está incluso no pacote que você fechou, pra não pagar duas vezes a mesma coisa.

Na hora ele nos ofereceu um seguro de ‘emergência’ que providenciava, entre outras coisas, troca de pneu, recuperação de chave perdida e mais algumas coisinhas por $5,00 por dia. Achamos que valia a pena e contratamos (as chaves eletrônicas costumam ser bem caras e não quisemos correr o risco). Como só eu ia dirigir, dispensamos o seguro pro segundo motorista, mas se mais de um for conduzir o carro é bom ficar atento a isso também. Também optamos por devolver o carro com o tanque cheio de gasolina. Eles cobram uma taxa pra você devolver o carro da forma que estiver, sem precisar encher, mas imaginamos (e estávamos certos!) que não valia a pena. Acho que era uns $45,00 pra entregar sem encher o tanque, uma coisa assim, mas não lembro  bem.

Vale ressaltar que o atendimento foi super bom, o atendente era simpático e super atencioso.

Com o contrato assinado (que é de adesão, então nem perca seu tempo lendo) fomos até o prédio dos carros alugados. Você sai por uma porta logo em frente aos balcões de atendimento e se dirige ao prédio garagem em frente.

Nessa hora se prepare pra ‘baforada’ de ar quente na cara. Tava acostumado só com ar condicionado e fresquinho. Mas Orlando é BEM quente e úmida, é um choque! hahah

Lá ficam todas as locadoras de veículos, cada uma com sua área de carros e você se dirige até o andar ou a região da sua locadora e procura o guichê pra apresentar seu contrato. As ‘alas’ dos carros ficam separadas pro plaquinhas do tipo: Compacto, Sedan, Utilitários, e etc.

Nessa hora, caiu a ficha que não sabíamos pra onde ir. =P

Desde o começo da viagem decidimos a não pagar pelo aluguel do GPS (que fica uns $ 60,00 ou $ 70,00). O Cássio é excelente navegador, o Google Maps resolve super bem qualquer problema de caminho, então o plano era comprar um chip internacional, com planos de dados, que permitiria navegar e usar internet à vontade durante toda viagem. Estes chips costumam ser uns $50,00 doláres e dá pra usar tranquilo durante um mês.

Masss em Nova York estávamos usando os celulares dos amigos, e acabamos por dispensar a compra do chip. Porque também dava pra se virar bem sem o celular. Só que eu esqueci que precisávamos sair do aeroporto e chegar na casa que íamos ficar. E aí bateu o desespero.

Eu já fiquei brava (minha reação padrão quando eu não sei o que fazer). Briguei com o Cássio porque ele não tinha visto isso e fiquei de cara feia. Ele todo paciente, disse que ia resolver, pra eu sentar no sofá da espera e saiu procurando um local onde o WiFi do aeroporto pegasse bem (o que é meio difícil).

Eu tinha tudo impresso com os endereços, o Cássio pegou o papel, consegui achar o tal do sinal, colocou no mapa e marcou o ponto da casa.

Voltamos ao prédio garagem, e eu fui pra área dos compactos pra esperar as instruções que o Cássio foi pegar no guichê.

Eu já tinha escolhido a menor categoria, no contrato de aluguel, mas estava decidida e pegar o menor possível. Como só eu ia dirigir e eu além de não gostar, morro de preguiça de manobrar, não tenho noção da dimensão do carro e sempre faço curvas parecendo que estou em uma Scania, então queria um carro beeem pequenininho e quanto menor, melhor!

Vale ressaltar ainda que eu sou P-É-S-S-I-M-A navegadora e não mais de uma vez, eu me perdi guiando com o GPS. Porque sei lá, você tá ali, vendo a rota, eu acho que a rua é a próxima e já é nessa, e ai passa a entrada, enfim, todos estes dramas que estamos todos acostumados né? (NÉ?!!?!? *_*)

Na fila dos compactos, não tinha nenhum compacto, só tinha um sedan mais velho, meio grandinho e escuro, o restante estava tudo vazio. O Cássio voltou informando que podíamos pegar qualquer um, que a chave estava sobre o capo do carro. Falei que não tinha nenhum lá e pedi pra ele voltar no guichê e ver onde pegávamos nosso carro. Ele voltou, perguntou e me falou que a atendente informou DE NOVO que ele podia pegar qualquer um da fila dos compactos.

Nessa hora que não saber falar aperta, porque eu queria falar uma coisa, e ele que era o intermediador, então muitas vezes estressava ele, pras coisas acontecerem como eu queria.

Ele foi lá mais uma vez, a atendente já olhou com cara de indignação, e ele falou que ele até queria pegar algum compacto, mas que não tinha nenhum na fila e pra ela mostrar onde estavam os carros, porque a gente não queria carros maiores. Ai ela se levantou, foi até a garagem, viu que realmente não tinha e nos apontou outra fila, pra podermos pegar o carro. Ufa!

Escolhi um Spark branco, bem pequenininho, suficiente pra nós dois e pro que íamos fazer. Peguei a chave, liguei o carro, dei aquela acelerada básica, fucei nos botões e vamos embora!

É meio estranho porque ninguém te acompanha, você pega o carro e sai. Sem ninguém controlar qual carro eu peguei, que hora eu saí, nada disso. A gente fica meio perdido.. mas é assim mesmo.

Carro de direção hidráulica é uma benção! Ô coisa boa que é não precisar preocupar com marcha.. hehe Saímos do prédio e pegamos a pista.

Cássio era nosso navegador. Ele estava com o ponto da casa marcado, mas como não tínhamos rede, não havia rota pré estabelecida, e ele ia mapeando o caminho na hora mesmo, vendo por onde ir e como fazer pra chegar nas ruas que queríamos. E ele MUITO bom nisso, vale ressaltar! ❤

No caminho houve mais um stress, as ‘avenidas’ tem 4 pistas de ala velocidade, você não anda devagar e,numa das pistas tinha pedágio. Eu estava rápido, não sabia o que fazer, em qual pista ficar. Alguns paravam, outros passavam reto, fiquei confusa se aquilo era fiscalização ou se era pedágio mesmo, se fosse pedágio algumas eram pra pagamento só de moeda (eu tinha lido) e você precisa colocar as moedas exatas pra poder liberar a cancela, e eu não sabia se tinha as moedas certas, eu nem sabia o preço…. AHhhhh!! E aí acabei passando pela pista que era direto. Na travessia, deu pra ver, que era a pista pra quem tinham o Free Pass, um tipo de cartão pré pago. Pronto. Lascou-se cometi o primeiro delito em solo americano! hahahah

Se tiver pedágio, vá para as filas que param no guichê. É a fila de pagar. =P

No fim, achamos o endereço, chegamos no bairro que íamos ficar, que era super fofo por sinal e achamos a casa. Uma casa tipicamente americana, sem portão, sem grade, sem nenhum bloqueio na entrada, subimos na calçada e encostamos o carro na entrada dos veículos e fomos nos apresentar.

Vale ressaltar que decidimos em Orlando nos hospedar pelo AirBnb, ficamos hospedados na casa de americanos, que alugam quartos pra estranhos. Ficamos em duas casas em nossa viagem e foi uma experiência super legal! Com certeza vamos repetir.

A primeira casa que ficamos era do casal Muriel e Javier. Batemos, mas não tinha ninguém em casa. Tinha um bilhetinho grudado na porta, passei pro Cássio ler e eles falavam que estavam fora. Que voltavam em pouco tempo e que no nosso e-mail estavam as instruções para abrir a porta (que era por senha) e que para acessar a internet a senha do wifi era x.

Acessamos a rede, pegamos a senha e abrimos a porta. (Tão estranho abrir a porta da casa de um desconhecido e entrar) hahah Tomei outro susto quando abri a porta e do lado esquerdo, em cima do braço do sofá, havia uma cachorrinha me olhando em silêncio, atentamente! Era a Mia, a cachorrinha deles que é super simpática e bem mansinha. Como não sabia disso, fiquei nem quieta e passamos pra dentro com as malas.

Nosso quarto estava com a porta aberta, a luz acesa e muito bem arrumado. Era um quarto bem grande e espaçoso. A casa era lindíssima, muito limpa e organizada. Começamos a ajeitar nossas coisas, desfazer as malas, colocar no guarda roupa, dar uma geral no banheiro e descansar um tempinho.

Nesse meio tempo, os proprietários chegaram, nos apresentamos, conversamos e pedimos sugestão de onde podíamos almoçar.

Eles nos indicaram um local pra almoçar, onde também iam, pra comer um sanduíche. Fomos juntos, comida no capricho, hambúrguer feito de carne mesmo, bem gostoso.

Na volta pedimos indicação de ficava o WalMart, pois íamos lá fazer umas comprinhas. Eles nos informaram, marcamos o ponto no GPS, pegamos o carro e fomos.

Gentchy! Supermercado nos EUA é parque de diversão também. Andamos por mais de 3 horas, e isso que estávamos focados! haha Comprei algumas coisinhas de maquiagem, coisas pra tomar café da manhã e comer nos parques, achamos um local onde estavam váriasss camisetas de super herói e só ali pegamos umas 20. O preço era de $12,00 / $ 15,00 cada, com estampas bem legais. Compramos uma calça jeans pro Cássio, um pacote de meias com 12. Pegamos uma frigideira/grelha de ferro, bem grandinha, por $19,00 e fomos embora.

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Deixamos as compras em casa e saímos de novo. Fomos procurar algum local pra comer, mas desistimos. Paramos na Wallgreens compramos umas coisinhas empanadas (uns rolinhos de queijo com um molhinho de tomate, bem diferente e gostosim.) Comprei dois paletinhas de sombra pra trazer de presente. Queria uma de cada! Eram bem baratinhas e tinham várias cores. Mas o Cássio não deixou.

Fomos embora, banho e cama!

O 2º dia começava com parque e ia ser bem agitado!