Casos, Eu, Homens, Ideias, Mulheres, Pensamentos, Relações, Será?

O grande problema: casamento

Nossa vida é um interminável giro, temos ciclos… mudanças comuns à todos, assim como as estações do ano. Se prestarmos bem atenção, veremos que nossa vida, não é muito diferente da do nosso vizinho e que definitivamente, a grama dele, não é a mais verde.

Quando convivemos em grupos, temos tendências a acompanhar o ritmo do mesmo, ainda mais porque normalmente convivemos com pessoas que têm a mesma opinião, gosto, idade ou condição social que nós mesmos, ou quase sempre, mais de duas características destas conjuntamente.

Quando eu estava no 1º ano do ensino médio, eu e minhas amigas, estávamos pra completar 15 anos de idade. Fui a inúmeras festas, ajudei a escrever algumas homenagens e me preocupei com um tanto bom de roupas.

No terceiro ano, a preocupação comum era a faculdade. Qual curso? Em qual faculdade? Quem está preparada.. e no final do mesmo ano, acompanhei de perto o sofrimento, dos que não passaram, e a alegria, dos que conseguiram, assim como eu, entrar em uma faculdade ( federal, diga-se de passagem).

Já na faculdade, o ciclo era outro, os amigos iam tirando a CNH, ganhando carros, e eu acompanhei de perto, novos ciclos se repetindo em muitas vidas.

No meio dos 5 anos de faculdade acompanhei muitos inícios e fins de namoros, muitas festas e decepções, muitas alegrias e tristezas. E chegando no último ano, o da minha formatura, assim como eu corria com os preparativos, podia discutir opiniões com amigas que faziam o mesmo, e enfim participei de minha primeira festa de formatura (sim, eu fui em uma festa de formatura, a primeira vez, quando já estava no 5º ano de faculdade).

Depois da minha formatura  o dilema é a carreira. Muitos claro, já estavam encaminhados na vida, já havila passado em concursos, já haviam definido seus sonhos, e outros como eu se encontravam e encontram como folha ao vento, saber que rumo tomar com o curso que escolheu.

Passado o problema da carreira, ou paralelo a ela, vejo outra fase sondar minha vida, e a de minhas amigas. E esta acredito que é a pior, ou mais difícil delas, porque depende de outra pessoa que não você: o casamento.

Eu e elas temos um problema.. ainda acreditamos em um sonho, mas que é totalmente possível de ser realizado.

Apesar de todas trabalharmos, sermos independentes, pagarmos nossas contas, termos carro próprio e sermos dedicadas, companheiras e animadas, não nos descuidarmos e planejarmos um futuro, ainda assim temos dificuldade em concretizar o sonho de um casamento de verdade.

Os noivinhos tão felizes!
Os noivinhos tão felizes!

Na verdade, o que cansa é a incerteza, as dúvidas, o medo. Muitos falam em “juntar”, mas casar “não”..engraçado ver como isso é muito diferente na cabeça dos homens e muito igual na cabeça das mulheres.

Enfim, sem solução para os conflitos, sigo com as incertezas e inseguranças que me fazem acreditar que é possível, mas que o sonho fica cada dia mais distante.

 

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1 thought on “O grande problema: casamento”

  1. Duarnte um tempo, fui a namorada moderna. Aquela que juntou achando que estava casando. As decepções foram imensas! Mesmo conseguindo reverter a situação para um casamento fofo, bonitinho e de contos de fada (nas fotos), não consegui arrancar tudo que aconteceu dentro de mim.

    No segundo casamento, tudo foi mais seguro. Eu sabia o que queria, sabia dos riscos que corria e aprendi a não enxergar o marido como um príncipe. Para isso, tirei da minha memória RAM tudo que vi nos desenhos da Cinderella, Barbie e não sei mais quantos.

    Hoje, ainda penso no meu príncipe encantado. Só que um príncipe mais real. Que fica sem dinheiro, que se irrita, que não manda flores pq são caras, que não sabe comer à luz de velas. Pensando no marido com mais realidade, dou de cara com muitas ações lindinhas da parte dele e me surpeendo: quando ele limpa a casa toda sozinho, quando deixa o almoço pronto, que fala que quer filhos…

    Infelizmente, as mães de mulheres de 20 a 30 anos não ensinaram as filhas que os príncipes não existem. Nós vamos ensinar, com certeza. A enxergar o que é real.

    Voltando ao assunto do texto. Para que os rapazes não vivam na zona de conforto, É necessário que nós mulheres, façamos com que eles se esforcem. Dentro de nós, sabemos como fazer o rapaz ir ate o fim do mundo nos buscar. Mover céus e terras por nós. Mas ficamos boazinhas demais com eles e ruins com nós mesmas.

    Não dar espaço, fazer ter vontade, curiosidade. Talvez, bem talvez, essa seja a receita.

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